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domingo, 9 de novembro de 2014

O sexto sentido funcionando como ferramenta transformadora das energias psico emocionais.



"A INTEGRAÇÃO DO ALINHAMENTO ENERGÉTICO (Fogo Sagrado) COM AS OUTRAS TERAPIAS

        

"Nestes quase dez anos em que venho, primeiro com Monica Oliveira e depois com Gabriela Carvalho, formando terapeutas de Alinhamento Energético no Brasil e na Europa, muitos profissionais ligados a saúde de uma forma geral - tais como médicos, psicólogos, massoterapeutas e acupunturistas, fisioterapeutas, instrutores de Yoga, consteladores, reikianos, astrólogos e tarólogos, e terapeutas em geral - foram nossos alunos e foram formados e certificados por nós.

Acredito que a maneira como o Aloysio formatou este trabalho (e depois como Monica o aprimorou) - com abertura, flexibilidade, ecumenismo, ecletismo e universalismo – tornou possível a que esta técnica terapêutica pudesse ser integrada com qualquer outro instrumento de cura, na medida em que Alinhamento Energético é essencialmente a captação sensitiva (e o posterior encaminhamento para transmutação) de conteúdos psico-emocionais em desequilíbrio (corpos energéticos) e a volta destes conteúdos curados (o corpo em Luz) com a senha.

E para isso não se depende de rituais nem determinadas condições externas e nem de doutrinas específicas, não é necessariamente preciso nem falar, e na verdade, nem é absolutamente fundamental que o cliente esteja presente para o trabalho funcionar com eficiência.

E também não é preciso que alguém deixe de lado seu caminho, abandone sua religião, sua ideologia, filosofia ou sua linha terapêutica para aprender a ser terapeuta ou para ser cliente de Alinhamento Energético.

E o feed back que recebemos dos terapeutas formados foi (e é) sempre no sentido da potencialização, do upgrade que seus trabalhos tiveram após o aprendizado do Alinhamento Energético.

Exatamente da mesma forma como aconteceu com nosso trabalho, como por exemplo, durante uma sessão de Renascimento quando vamos silenciosamente encaminhando os corpos energéticos que vão literalmente se descolando do cliente através da respiração terapêutica. Isto otimiza muito o trabalho de limpeza e reequilíbrio promovido pela respiração.

Ou ainda quando estamos em um atendimento de Alinhamento Energetico e as vezes aparece uma questão familiar complexa, muitas vezes nós damos um stop, pegamos a mesinha e os bonecos, montamos uma constelação, fazemos o que tem que ser feito e depois retomamos com as canalizações.

Já aconteceu algumas vezes do cliente mostrar a gravação da sua consulta para seu psicoterapeuta e este ligar para marcar uma consulta interessado em conhecer melhor o trabalho.

Ou às vezes o psicoterapeuta recomenda ao seu ciente fazer Alinhamento Energético.

E ainda outras vezes acontece também do psicoterapeuta vir junto com o cliente no seu atendimento e ficar tomando notas sentado em um canto.

Já ouvi mais de uma vez este comentário de psicoterapeuta de cliente presente no atendimento, ao final da sessão: “hoje avançamos muito na terapia”.

Realmente é impressionante o efeito “levantador de lebres” do Alinhamento Energético - como é também, aliás, as Constelações Sistêmicas – além do profundo efeito transmutador e reequilibrador.

E das coisas que realmente mais me chamaram a atenção na terapia do Alinhamento Energético após a minha inserção nele - que foi primeiramente como cliente - eu poderia destacar:

A capacidade que o sexto sentido tem de acessar a dimensão inconsciente do psiquismo através da canalização, a capacidade que a canalização tem, através do sexto sentido, de literalmente desinstalar as memórias e registros (corpos energéticos) dolorosos e auto limitadores, o processo de encaminhamento destes conteúdos à dimensão auto reguladora e a atuação da Egrégora (Guardiões, Seres de Luz) no processo, a volta dos conteúdos curados para serem “reinstalados” no sistema do cliente (Corpo em Luz), e a função e o efeito da senha.

Confesso que no inicio da minha história nesse trabalho a maioria dos quesitos que citei acima me pareciam um tanto fantásticos demais prá funcionarem como me diziam que funcionavam.

E aí meus amigos, posso dizer que eu só estou até hoje (e cada vez mais) nessa jornada porque funcionou (e funciona) muito comigo. E hoje, quase dez anos como terapeuta sensitivo trabalhando muito, no mínimo tenho uma boa amostragem e uma boa estatística no meu acervo de experiências e vivências.

Me lembro muito de vários clientes médiuns espíritas - do Kardecismo e da Umbanda – no final da consulta comentarem : “lembra daquilo que você falou na explicação no início da sessão, que quando os meus conteúdos estivessem sendo expressos através do canalizador, eles estavam sendo removidos do meu psiquismo? Eu os senti saindo!“ Ouvimos isso diversas vezes.

E por falar em médiuns de Umbanda, foi maravilhoso poder há alguns anos atrás, compartilhar este trabalho com os membros de uma casa de Umbanda no Rio de Janeiro, e ensinar aos médiuns, muitos deles muito experientes, a canalizarem corpos energéticos. Hoje, esta casa de Umbanda além do tradicional trabalho de atendimento com cura e desobcessão, também oferece atendimentos com Alinhamento Energético porque sabem que se não se tratarem as causas, os efeitos (principalmente doenças e obcessores) voltam.

Fico especialmente gratificado quando consigo despertar os médiuns espíritas e umbandistas para o fato de que o sexto sentido também pode funcionar como terapia, como ferramenta transmutadora das energias psico emocionais em desequilibrio, que são, na maior parte das vezes, o que determina a qualidade da nossa saúde, a qualidade da nossa vida afetiva e profissional e se temos ou não obcessores.

A “tecnologia” que eu citei no parágrafo grifado lá em cima, que foi percebida pelo Aloysio junto aos pajés e reformatada por ele - com suporte e direção da Egrégora - para ser realizada sem rituais em consultório na cidade, é a espinha dorsal, o “espírito da coisa” deste trabalho, e até onde posso perceber, é também de alguma forma, a de todos os trabalhos que estão nesta mesma vertente sistêmica/holística/sensitiva (como Constelações Sistêmicas, Resgate de Alma, Psicotranse, Tetha Healing, Frequencias de Brilho, EMF, Apometria e outras tantas terapias quânticas que vem em sua maioria - direta ou indiretamente - do Xamanismo e/ou são canalizadas dos povos das estrelas).

Um outro indicativo que nos forneceu um interessante feed-back sobre a integração do Alinhamento com outras terapias, foi quando começamos a receber como alunos no curso de formação (no Rio e em São Paulo) algumas terapeutas consteladoras. E no final do curso ouvimos de quase todas : “Nossa, depois do Alinhamento minha constelação nunca mais foi a mesma. Parece que turbinou!”

Pois é, parece que quando perguntavam ao Bert Hellinger - o terapeuta alemão criador das Constelações Familiares - como aquele trabalho dele funcionava, ele respondia que não sabia, não queria saber (e não reconhecia nenhuma tentativa de explicação) e só lhe interessava o fato de que funcionava.

Talvez pela sua condição de ex-padre tivesse sido difícil para ele entrar em certos campos complicados para os cristãos – como reencarnação, mediunidade, outras dimensões, etc. Então ele incorporou no seu trabalho de psicoterapeuta a “tecnologia” zulu (xamanismo do bom!!!) que ele aprendeu quando foi missionário na Äfrica, e não quis entrar nos intestinos da coisa.

Mas pode ser que agora, como ele recentemente se ligou a um índio mexicano – Tatacachora – que diz ser o D. Juan dos livros do Carlos Castaneda, pode ser que talvez ele queira agora explorar os bastidores do seu trabalho.

Quando você trabalha consciente de que sua terapia é sensitiva, de que você é apenas um canal e que está tendo proteção, suporte e direcionamento de uma Egrégora (que é quem de fato faz o trabalho), de uma equipe na outra dimensão – como ocorre com todos os trabalhos espirituais, religiosos, terapêuticos, artísticos, educacionais, médicos, científicos, etc. – o trânsito e o fluxo da energia e das transmutações e curas parece ficar bem mais otimizado e bem mais aprofundado.

Quando falo em Egrégora, falo de inteligências universais, de níveis de consciências expandidas e elevadas que trabalham na hierarquia cósmica no sentido de nos ajudar a abrir acesso a estas mesmas freqüências de equilíbrio, luz e perfeição que existem dentro de todos nós. São os facilitadores da consciência da Unidade. E não vejo porque isso tenha que ser visto necessariamente de uma forma religiosa, mística ou esotérica, embora não tenha, claro, nada contra.

Muitos facilitadores de Constelações não gostam (e frequentemente não deixam) que o representante fale muito durante uma Constelação, porque em geral tem receio de que o que está sendo expresso seja um produto da mente do representante e não uma fala do representado.

O que o facilitador talvez não saiba (talvez porque Hellinger não tenha feito questão de saber) é que neste momento, nesta situação tão especial, profunda e multidimensional que é uma Constelação, o que está acontecendo é que, na grande maioria das vezes, o representante está canalizando um conteúdo psicoemocional do seu representado (ou de algum ancestral do representado) justamente para que esta expressão verbal canalizada possa desinstalar com mais eficiência o material em questão e encaminhá-lo para a Ordem do Amor para transmutação e reequilíbrio.

E isso é uma das coisas que mais impressionou as nossas alunas consteladoras cariocas e paulistas.

Agora, ao invés de reprimir a expressão verbal do representante, a facilitadora – que agora sabe que o representante está canalizando (ou no mínimo, tem mais subsídios para perceber se é canalização ou é criação da mente do representante) - faz a dirigência e encaminha o(s) corpo(s) energético(s).

Aliás, vamos falar aqui também do ato de encaminhar. Outra “tecnologia” impressionante !

O código que o Aloysio estabeleceu na matriz do seu trabalho e ensinou - de estalar os dedos e falar (ou pensar) “eu te encaminho ao Ministério de Cristo” - abre uma incrível “banda larga” de acesso as outras dimensões (“rompe dimensão“ como ele gostava de dizer) para otimizar a transmutação da energia.

E é impressionante como os representantes, ao serem dirigidos quando canalizam um corpo energético durante uma Constelação, sentem a mudança da freqüência quando se acopla um Guardião no campo ou quando se mostra uma tela mental, e finalmente depois quando se encaminha.

E quando você pode no final, trazer Corpos em Luz e senha na Constelação também é maravilhoso!

Não poderia deixar também de citar aqui o quanto foi importante para mim ter visto o filme “Quem somos nós?” especialmente a parte daquele neuro fisiologista que dá uma aula de como o cérebro estrutura suas redes neurais (o hardware) com seus hormônios e neurotransmissores, para “rodar” os “sofwares emocionais” que vamos instalando ao longo da vida, em função de como vamos vivendo as experiências e exercícios evolutivos que são (co)atraídos por nós.

Acredito que o Aloysio teria adorado ver como a ciência já explica neurofisiologicamente o que acontece com o cérebro no processo da transmutação de energia psicoemocional através da via da canalização com o uso da ferramenta do sexto sentido.

Quando o canalizador está expressando mediunicamente os conteúdos psicoemocionais do cliente, estes conteúdos são desinstalados do seu sistema psíquico e seu cérebro começa o processo de desconstrução do hardware que dava suporte ao velho software que foi removido pela canalização.

Quando o canalizador dá passagem ao Corpo em Luz com a senha e isto é reincorporado (reinstalado) ao cliente, o cérebro dele começa a construir um novo hardware para rodar o novo software que está sendo instalado.

Como cérebro não é computador que você desliga da tomada, troca o chip queimado, liga na tomada, dá boot e usa, os neurônios precisam de um tempo biológico para desconstruir e reconstruir as sinapses neuronais.

Dependendo do que foi tratado em um atendimento, o trauma pode ter raízes profundas que forjaram um poderoso hardware que pode ficar, mesmo sem a presença do velho software, gerando ainda alguma memória residual durante algum tempo, o que pode fazer com que o cliente - especialmente nestes tempos tão acelerados e tão automatizados - reconstrua o que foi limpo e reequilibrado no atendimento.

Por isso a senha é tão importante no processo. A senha tira a mente (e as emoções) da freqüência do que está se desconstruindo, colocando-a na freqüência do que está se (re)enraizando no cérebro e no complexo psíquico."

Por:>ERNANI FORNARI

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Cosme e Damião-Origem, Martirio e Festejos



Filhos de nobre família de cristãos árabes, nascidos por volta do ano 260dc, na região da Arábia,com os nomes de  Acta e Passio, viveram na Ásia Menor no Oriente, e desde muito jovens os dois manifestaram dons para a medicina; estudaram e se diplomaram na síria; como profissionais competentes e dignos. Após o que foram trabalhar como  missionários médicos na Egéia. Amavam fervorosamente a Jesus Cristo, e decidiram conquistar pessoas para O Semhor Jesus, através do seu trabalho; razão por que não cobravam pelos serviços prestados, como consulotas e atendimentos. Essa forma deprestação de serviço ficou conhecida como "anárgiros", que significa, "Aqueles que são inimigos do dinheiro/que não são comprados por dinheiro".A meta dos dois jovens era amealhar outra forma de riqueza, com sua obra médica e com o seu apostolado; era a conversão dos perdidos para a causa do Cristo, realização que os dois conseguiam cada vez mais. Apaixonados pela causa,e inspirados pelo Espírito Santo, utilizavam a fé, aliada aos conhecimentos académicos, e sempre confiando no poder da oração, operavam verdadeiros milagres, pois que atuavam em nome de JESUS CRISTO, e assim, curavam doentes muitas vezes a beira da morte certa.
Mas seus feito fraternos em favor das criaturas do Criador, não se resumiam apenas aos humanos, e curavam também aos animaisfirmes no conceito de que "Toda a criação aguarda com ardente expectativa, pela manifestação da glória de Deus em seus filhos." (Romanos 8.18:19).
Desta forma, manifestaram autoridade do alto, pregando o Evangelho de Jesus com claros sinais de prodígios; plantando a semente da salvação em muitos corações, e colhendo inúmeras conversões a Jesus.


Como todos os que se dedicam a uma causa santa, por pregarem o cristianismo, Cosme e Damião foram presos, levados a tribunal e acusados de se entregarem à prática de feitiçarias e de usar meios diabólicos para disfarçar as curas que realizavam. Ao serem questionados quanto as suas atividades, eles responderam: "Nós curamos as doenças em nome de Jesus Cristo, pela força do Seu poder".
Era então o tempo do Imperador Diocleciano, meados  do ano 300dc. cujo odiava aos cristãos, segundo ele por não seguirem aos costumes pagãos de adoração aos ídolos sagrados do Imperio romano. autorizou então a perseguição a todos os cristãos, e como as atividades dos dois médicos missionários estava chamando muito atenção das autoridades locais, recebeu do proprio Imperador a ordem para preseguição e prisão dos cristãos médicos gêmeos .
Formados sob  os princípios da fé cristã  desde quando ainda eram crianças, e por isso recusaram-se a adorar os deuses pagãos, apesar das ameaças de serem duramente castigados. Ante o governador Lísias, ousaram declarar que aqueles falsos deuses não tinham poder algum sobre eles, e que só adorariam o Deus Único, Criador do Céu e da Terra. Mantiveram a Palavra do testemunho de Cristo, impressionando a todos por seu Amor e sua entrega a JESUS.
"Não renunciaram aos princípios de Deus, e sofreram terríveis torturas por isso. Mas mesmo torturados, não abalaram sua convicção e jamais negaram a fé. Em 303, o Imperador decretou que fossem condenados à morte na Egéia. Os dois irmãos foram colocados no paredão para que quatro soldados os atravessassem com setas, mas eles resistiram às pedradas e flechadas. Os militares foram obrigados a recorrer à espada para a decapitação, honra reservada só aos cidadãos romanos. E assim, Cosme e Damião foram martirizados.


 Entre seus milagres estão a cura e a materialização (após a morte) para ajudar crianças vítimas de violência.
São associados aos Ibejís, divindades gêmeas do Candomblé. Apesar do catolicismo oficial venerar a figura de Cosme e Damião como santos adultos e que dedicaram a vida a praticar a medicina caridosa, os mesmos santos “correspondem” a entidades infantis nos cultos afro – brasileiros, e é justamente dessa maneira que Cosme e Damião são venerados pela maior parte de seus devotos: os santos meninos.


Basílica de São Cosme e São Damião em Roma

 O ano não pode ser confirmado, mas com certeza foi no século IV. Os fatos ocorreram em Ciro, cidade vizinha a Antioquia, Síria, onde foram sepultados. Mais tarde, seus corpos foram trasladados para uma igreja dedicada a eles. Dois séculos após sua morte, por volta do ano 530, o Imperador Justiniano ficou gravemente doente e deu ordens para que se construísse, em Constantinopla, uma grandiosa igreja em honra de Cosme e Damião.
A fama dos gêmeos também correu no Ocidente, a partir de Roma, por causa da basílica dedicada a eles, construída a pedido do papa Félix IV, entre 526 e 530. A solenidade de consagração da basílica ocorreu num dia 26 de setembro e assim, Cosme e Damião passaram a ser festejados, pela igreja católica, nesta data.

Os nomes de Cosme e Damião são pronunciados inúmeras vezes, todos os dias, no mundo inteiro.
Até hoje, os gêmeos são cultuados em toda a Europa, especialmente na Itália, França, Espanha e Portugal. Além disso, são venerados como padroeiros dos médicos e farmacêuticos, e por causa da sua simplicidade e inocência também são invocados como protetores das crianças.
Por isso, na festa dedicada a eles, é costume distribuir balas e doces para as crianças.
Em casa onde existam Cosme e Damião, não entra epidemia, porque eles foram sempre considerados advogados contra “feitiços, bruxarias, mau olhado e espinhela caída”. Isso quanto às origens européias da devoção.
No que se refere ao ramo africano, sabe-se que foram os nagôs que nos trouxeram os seus gêmos, Ibeji, transformados numa das maiores tradições vivas das populações baianas, especialmente.
Nas casas de famílias católicas, suas imagens são comumente encontradas, em oratórios, pequenos altares ou simples prateleiras reservadas. No seu dia, estes pequenos altares tem desde de simples velas acesas, a oferendas como mel, caruru, balas e farofas de azeite.
 É comum também, distribuir pequenos saquinhos recheados de doces, balas e brinquedos as crianças nas ruas, comunidades onde se habita.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Lesões Afetivas


Lesões Afetivas











* Deus é n




Várias são as lesões que atingem o ser humano durante sua jornada terrena. Algumas leves, de fácil cicatrização, outras mais profundas e duradouras.

Dentre elas vamos encontrar as que são responsáveis por desatinos de variada ordem, que são as lesões afetivas.

Fruto do desrespeito que temos uns pelos outros, as lesões afetivas têm ocasionado homicídios, suicídios, abortos, injúrias que dilapidam ou arrasam a existência das vítimas, feridas no afeto que lhes alimentava as forças.

Quantas lágrimas de aflição, quantos crimes são cometidos na sombra, em nome dessas lesões provocadas nas profundezas da alma! Esquecendo-nos de que cada criatura leva em sua intimidade caracteres próprios, não conseguimos medir suas resistências, nem suas reações diante de uma promessa não cumprida.

Usando a desculpa do amor livre e do sexo liberado, não temos atentado para as conseqüências amargas que resultam da nossa falta de respeito ao próximo.

Na ânsia de satisfazer os desejos carnais, não hesitamos em nos envolver levianamente com pessoas que sentem, tanto quanto nós mesmos, carências de afeto e sede de compreensão e carinho.

Quantas crianças nascem, fruto desses envolvimentos irresponsáveis, e amargam o abandono e a solidão como filhos rejeitados por um ou outro dos pais, ou pelos dois.

Quantos levam no coraçãozinho a tristeza de não poder pronunciar a doce palavra pai, porque aquele que o gerou não honrou o compromisso, deixando à companheira toda a responsabilidade pela condução da criança.

Quantos homens e mulheres que empenharam sua fidelidade, nos votos feitos por ocasião do matrimônio, e que levianamente os rompem, envolvendo-se com outras pessoas, espalhando lesões afetivas inconseqüentes.

Certamente muitos desses delitos não são catalogados pelas leis humanas, mas não passam desapercebidos nas leis de Deus, que exigem dos responsáveis a devida reparação, no momento oportuno.

É importante que reflitamos acerca desse assunto que nos diz respeito.

É imprescindível que respeitemos os sentimentos alheios tanto quanto desejamos ter os nossos sentimentos respeitados.

Se não quisermos ou não pudermos manter um romance de carinho a dois, não o iniciemos. Lembremos que acima das leis humanas, existem as leis divinas, das quais não poderemos fugir, como seres imortais que somos.

Se as infringirmos, teremos que efetuar a devida reparação mais cedo ou mais tarde.

Se hoje a carência afetiva nos dilacera a alma, pode ser que estejamos reparando delitos cometidos anteriormente. É possível que Deus permita que soframos a falta do afeto que não soubemos valorizar outrora.


* * *

Você sabia que muitos de nós estamos altamente compromissados com as Leis de Deus, em matéria de amor e sexo irresponsáveis? Por esse motivo, mesmo estando casada, grande parte das criaturas sente falta de afeto e carinho, amargando as conseqüências dos delitos cometidos contra os semelhantes, na área da afetividade.

Dessa forma, vale a pena valorizarmos os sentimentos alheios, para que no futuro sejamos merecedores do afeto e da fidelidade que tanto necessitamos.osso Pai.         

 * Somos irmãos uns dos outros.          

* Jesus é o Divino Mestre que Deus nos enviou.          

* A oração é o meio imediato de nossa comu­nhão com o Pai Celestial.          

* Nossos melhores pensamentos procedem da inspiração do 
Alto.          

* A presença de Deus pode ser facilmente observada na bondade permanente e na inteligência silenciosa da Natureza que nos cerca.         

 * Devemos amar-nos uns aos outros.          

* A voz divina pode ser reconhecida nos bons conselhos.          

* Sempre que ajudarmos, seremos ajudados. 

* Em nossa terna Mãezinha,Cheia de santa afeição,Sentimos que Deus nos falaNo fundo do coração.




Livro:  Pai Nosso
Pelo Espírito de:  Meimei
Psicografado por:  Francisco Cândido Xavier


quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Consciência e Jesus












Meu irmão, muita cautela

Com a “fera” do passado,

Dragão que convém manter

Dentro do peito trancado.

Disciplina os teus impulsos,

Faze calar o “homem velho”

Que insiste em falar mais alto

Que a voz do próprio Evangelho.

Não te soltes por aí

No mal que sejas capaz,

Promovendo imenso estrago

Em teu plantio de paz.

Não retornes ao que foste...

Segue adiante mesmo assim,

Sabendo que a tua luta

Inda está longe do fim.

Desenvolvendo a autocrítica,

Busca encontrar na humildade

O teu ponto de equilíbrio

Para viver a Verdade.

Não olvides, hora alguma,

A palavra que pondero:

Quem pára de trabalhar

Sempre volta à estaca zero.

O teu labor na Doutrina

É compromisso de luz

Que assumiste, a sós, contigo

E o Mestre Amado Jesus! 

Pelo Espírito de: Eurícledes Formiga 

Psicografia de: Carlos A. Baccelli 

Livro: Ao Pé da Luz (páginas: 32 e 33) – Ano: 1994

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Executar Bem!


Executar Bem

"E ele lhes disse: - "Não peçais mais do que o que vos está ordenado." - João Batista. (LUCAS, 3:13.)

A advertência de João Batista à massa inquieta é dos avisos mais preciosos do Evangelho.

A ansiedade é inimiga do trabalho frutuoso. A precipitação determina desordens e recapitulações conseqüentes.

Toda atividade edificante reclama entendimento.

A palavra do Precursor não visa anular a iniciativa ou diminuir a responsabilidade, mas recomenda espírito de precisão e execução nos compromissos assumidos.

As realizações prematuras ocasionam grandes desperdícios de energia e atritos inúteis.

Nos círculos evangélicos da atualidade, o conselho de João Batista deve ser especialmente lembrado.

Quantos pedem novas mensagens espirituais, sem haver atendido a sagradas recomendações das mensagens velhas? quantos aprendizes aflitos por transmitir a verdade ao povo, sem haver cumprido ainda a menor parcela de responsabilidade para com o lar que formaram no mundo? Exigem revelações, emoções e novidades, esquecidos de que também existem deveres inalienáveis desafiando o espírito eterno.

O programa individual de trabalho da alma, no aprimoramento de si mesma, na condição de encarnada ou desencarnada, é lei soberana.

Inútil enganar o homem a si mesmo com belas palavras, sem lhes aderir intimamente, ou recolher-se à proteção de terceiros, na esfera da carne ou nos círculos espirituais que lhe são próximos.

De qualquer modo, haverá na experiência de cada um de nós a ordenação do Criador e o serviço da criatura.

Não basta multiplicar as promessas ou pedir variadas tarefas ao mesmo tempo.

Antes de tudo, é indispensável receber a ordenação do Senhor, cada dia, e executá-la do melhor modo.



Emmanuel
Francisco C.Xavier

domingo, 23 de outubro de 2011

Auxílio Moral



                  Auxílio Moral


 Em muitas circunstâncias, afligimo-nos ante a impossibilidade de alterar o pensamento ou o rumo das pessoas queridas. 

Como auxiliar um filho que se distancia de nós, através de atitudes que consideramos indesejáveis, ou amparar um amigo que persiste em caminho que não nos parece o melhor? 

Às vezes, a criatura em causa é alguém que nos mereceu longo tempo de conveniência e carinho; noutros lances da vida, é pessoa que se nos erigia na estrada em baliza de luz. 

Tudo o que era harmonia passa ao domínio das contradições aparentes, e tudo aquilo que se nos figurava tarefa triunfante nos oferece a impressão de trabalho deteriorado, voltando à estaca zero. 

Chegados a esse ponto de indagação e estranheza, é imperioso compreender que todos temos, na edificação espiritual uns dos outros, uma parte limitada de serviço e concurso, depois da qual vem a parte de Deus. 

O lavrador promove condições favoráveis ao plantio da lavoura, mas não consegue colocar o embrião na semente; protege a árvore, mas não lhe inventa a seiva. 

Assim ocorre igualmente conosco, nas linhas da existência. Cada qual de nós pode ofertar a outrem apenas a colaboração de que é capaz. 

Além dela, surge a zona íntima de cada um, na qual opera a Divina Providência, através de processos inesperados e, muitas vezes, francamente inacessíveis ao nosso estreito entendimento. 

Diante, pois, dos seres diletos que se nos complicam na estrada, o melhor e mais eficiente auxílio moral com que possamos socorrê-los será sempre o ato de estender-lhes a bênção da oração silenciosa, para que aceitem, onde se colocaram, o Amparo Divino que nunca falha. 

Sejam quais forem os problemas que nos forem apresentados pelos entes queridos, guardemos a própria serenidade e cumpramos para com eles a parte de serviço e devotamento que lhes devemos, depois da qual é forçoso que nos decidamos a entregá-los à oficina da vida, em cujas engrenagens e experiências recolherão, tanto quanto nós todos temos recebido, a parte oculta do amor e da assistência de Deus. 






 Livro:  Alma e Coração
Pelo Espírito de:  Emmanuel
Psicografia de: Francisco Cândido Xavier




























terça-feira, 18 de outubro de 2011

Parábola do Semeador (2)



(Mateus, capítulo 13º, versículos 1 a 9, e 18, a 23)
     A Parábola do Semeador(Para evangelização infantil)
       Um semeador, como fazia todos os dias, saiu de casa e se dirigiu ao seu campo para nele semear os grãos de trigo que possuía, honrando a Deus com seu trabalho honesto.
    
  Começou a semeadura. Enquanto lançava as se-mentes ao campo, algumas caíram no caminho, na pequena estrada que ficava no meio da seara. Você sabe que os passarinhos costumam acompanhár os semeadores ao campo, para comer as sementes que caem ao chão? Pois, isso aconteceu em nossa histó­ria. Alguns grãos caíram à beira da estrada, e os passarinhos, rápidos, desceram e os comeram.
     
 O semeador, porém, continuou semeando. Outras sementes caíram num lugar pedregoso. Havia ali muitas pedras e pouca terra. As sementes nasceram logo naquele solo, que não era profundo. O trigo cresceu depressa, mas, vindo o sol forte, foi quei­mado; e como suas raízes não cresceram por causa das pedras, murchou e morreu.

       Outros grãos caíram num pedaço do campo onde havia muitos espinheiros. Quando o trigo cresceu, foi sufocado pelos espinhos e também morreu.
       Uma última parte das sementes caiu numa terra boa e preparada, longe dos pedregulhos e das sarças.
       E o trigo ali semeado deu uma colheita farta. Cada grão produziu outros cem, outros sessenta ou outros trinta...

*

       O próprio Jesus explicou a Seus discípulos a Pa­rábola do Semeador.
     
 As nossas almas, filhinho, são comparáveis aos quatro terrenos da história: “o terreno do caminho”, “o solo cheio de pedras”, “a terra cheia de espinhei­ros e “o terreno lavrado e bom
Jesus é o Divino Semeador. A semente é a Sua Palavra de bondade e de sabedoria. E os diversos terrenos são os nossos corações, os nossos Espíritos, onde Ele semeia Seus ensinamentos, cheio de bon­dade para conosco.
E como procedemos para com Jesus? Como res­pondemos à Sua bondade? O modo como damos res­posta ao amor cuidadoso do Divino Mestre é que nos classifica espiritualmente, isto é, mostra que espécie de terreno existe em nossa alma. Cada coração hu­mano é uma espécie de terra, um dos quatro solos da parábola.
Vejamos, então, filhinho:
Quando alguém ouve a palavra do Evangelho e não procura compreendê-la, nem lhe dá valor, apare­cem as forças do mal (os Espíritos maldosos, desen­carnados ou encarnados) e arrebatam o que foi se­meado no seu coração, tais como os passarinhos co­meram as sementes... E sabe de que modo? Fazendo com que a alma esqueça o que ouviu, dando outros pensamentos à pessoa, fazendo com que ela se desin­teresse das coisas espirituais. E a alma fica indi­ferente aos ensinamentos divinos. O coração dessa pessoa é semelhante ao “terreno do caminho”, onde a semente não chegou a penetrar. Um exemplo desse terreno é a criança que não presta atenção às aulas de Evangelho, ficando distraida durante as explica­ções. Ou ainda, a criança que não gosta de ler os livrinhos que ensinam o caminho de Jesus...

E o segundo terreno, o pedregoso?

Esse terreno é a imagem da pessoa que recebe os ensinos de Jesus com muita alegria. São exemplos as pessoas entusiasmadas com o serviço cristão, ou as crianças animadas nas escolas de Evangelho, mas cuja animação dura pouco. Quando surgem as zom­barias, as perseguições ou os sofrimentos, a alma, que é inconstante, abandona o caminho do Evan­gelho. Um exemplo para você, filhinho: uma criança está freqüentando as aulas de Moral Cristã numa Escola Espírita. Está aprendendo os mandamentos divinos, os ensinos de Cristo, o caminho do bem, da pureza, da honestidade. Está muito contente com o que está estudando. Sente-se animada e feliz. Um dia, aparece um colega do colégio ou da vizinhança, dizendo que o “Espiritismo é obra do demônio”, que “os que freqüentam aulas de Evangelho nas escolas Espíritas ficam loucos e vão para o inferno”. E zom­ba dele sempre que o encontra e lhe põe apelidos humilhantes. O nosso amiguinho não tem ainda fir­meza de fé. Tem medo das zombarias dos colegas e dos vizinhos, que dizem que “somente sua religião éverdadeira” e lhe mandam “receber Espíritos na rua”. Amedrontado pela perseguição e pelos mote­jos, o nosso irmãozinho deixa a Escola de Evange­lho, onde estava começando a compreender a beleza do ensino de Jesus e as bênçãos do Espiritismo Cristão. Esse menino tinha o coração semelhante ao “terreno cheio de pedras”, onde a planta da verdade não pôde crescer e frutificar.
    
  O terceiro solo é a “terra cheia de espinheiros “. É o caso das pessoas que recebem a palavra do Evan­gelho, mas, depois abandonam o caminho cristão por causa das grandezas falsas do mundo e da sedu­ção das riquezas. Ouviram o Evangelho, mas se inte­ressaram mais pelos negócios, pelos lucros, pelas vaidades da vida, pelo cuidado exclusivo das coisas da terra. Há também, no mundo das crianças, exem­plos desse terreno. São as crianças que conheceram, às vezes desde pequeninas, os ensinos de Jesus, mas, depois de crescidas, preferiram os maus companhei­ros, as crianças sem Deus, e passaram a interessar­-se somente pelos problemas de dinheiro ou de mo­das, pelos ídolos do cinema ou do futebol. Não querem mais nem Jesus, nem lições de Evangelho. Só pensam em automóveis de luxo, sonham com caminhões, imaginam-se ricos “quando crescerem”... A princípio, sabiam repartir com os pobres o seu di­nheirinho, porém, agora só pensam emjuntá-lo: acari­dade morreu nos seus corações. O mundo, com suas riquezas falsas (que terminam com a morte), seduziu suas almas e sufocou a plantinha de Deus em seus espíritos. Trocaram Jesus pelos sonhos e ambições de carros de luxo, de figurinos, de roupas elegantes, de campos de esporte, de concursos de beleza, de grandezas sociais... A plantinha de Deus foi sufoca­da pelos espinhos do egoísmo e das ilusões da vida material. E morreu...
       O quarto terreno, “a terra lavrada e boa, é o símbolo do coração que escuta o Evangelho, pro­curando compreendê-lo e praticá-lo na vida. E a alma que estuda a palavra do Senhor, percebendo que está neste mundo para aprender a Verdade e o Bem. E, assim, dá frutos de bondade e eleva-se para Deus. Abandona seus vícios e maus hábitos, dedicando-se à prática das virtudes, guardando a fé no coração, socorrendo carinhosamente os necessitados e sofredores e buscando os conselhos de Deus no Evangelho de Cristo.
     
 O coração de uma criança verdadeiramente cris­tã é o bom terreno da parábola: cada semente de Jesus se transforma em trinta, sessenta ou cem bên­çãos de bondade, de fé e de auxílio ao próximo. O coração dessa criança deseja conhecer sempre mais e melhor os ensinos cristãos. E se esforça sinceramen­te para fazer a Vontade Divina: amar e perdoar, crer e ajudar, aprender e servir.
    
  Filhinho, aí está a Parábola do Semeador. Me­dite nela. Que você, guardando a humildade de cora­ção, se esforce para ser, se ainda não o é, o bom terreno, que recebe os grãos de luz do Divino Semea­dor e dá muitos frutos de sabedoria e bondade.

Livro Historias que Jesus Contou - Clovis Tavares

Amor, Imbatível Amor

sábado, 10 de julho de 2010

O Mestre Jesus não se limitou a pedir, Ele trabalhou







Venha a Nós o Teu Reino"Venha a nós o teu reino..." - assim rogou Jesus ao Pai Celestial, sabendo que só o Plano de Deus pode conceder-nos a verdadeira felicidade.

Mas, o Mestre não se limitou a pedir; ele trabalhou e se esforçou para que o Reino do Céu encontrasse as bases necessárias na Terra.

Espalhou, com as próprias mãos, as bênçãos da paz e da alegria, a fim de que os homens se fizessem melhores.

Uma locomotiva não corre sem trilhos adequados.

Um automóvel não avança sem a estrada que lhe é própria.

Um prato bem feito precisa ser preparado com todos os temperos necessários. Assim também, o auxílio celeste reclama o nosso esforço.

É sempre indispensável purificar o nosso sentimento para recebê-lo e difundi-lo.

Sem a bondade em nós, não poderemos sentir a bondade de Deus ou entender a bondade de nossos semelhantes.

Quando é noite e reclamamos: - "Venha a nós a luz", é necessário ofereçamos a lâmpada ou a candeia, para que a luz resplandeça entre nós.

Se rogamos a Graça Divina, preparemos o sentimento para entendê-la e manifestá-la, a fim de que a felicidade e a harmonia vivam conosco.

Jesus trabalhou pela vinda da Glória do Céu ao mundo, auxiliando a todos e ajudando-nos até à cruz do sacrifício, dando-nos a entender que o Reino de Deus é Amor e só pelo Amor brilhará entre os homens para sempre.


Autor: MeimeiPsicografia de Chico Xavier