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terça-feira, 18 de outubro de 2011

Parábola do Semeador (2)



(Mateus, capítulo 13º, versículos 1 a 9, e 18, a 23)
     A Parábola do Semeador(Para evangelização infantil)
       Um semeador, como fazia todos os dias, saiu de casa e se dirigiu ao seu campo para nele semear os grãos de trigo que possuía, honrando a Deus com seu trabalho honesto.
    
  Começou a semeadura. Enquanto lançava as se-mentes ao campo, algumas caíram no caminho, na pequena estrada que ficava no meio da seara. Você sabe que os passarinhos costumam acompanhár os semeadores ao campo, para comer as sementes que caem ao chão? Pois, isso aconteceu em nossa histó­ria. Alguns grãos caíram à beira da estrada, e os passarinhos, rápidos, desceram e os comeram.
     
 O semeador, porém, continuou semeando. Outras sementes caíram num lugar pedregoso. Havia ali muitas pedras e pouca terra. As sementes nasceram logo naquele solo, que não era profundo. O trigo cresceu depressa, mas, vindo o sol forte, foi quei­mado; e como suas raízes não cresceram por causa das pedras, murchou e morreu.

       Outros grãos caíram num pedaço do campo onde havia muitos espinheiros. Quando o trigo cresceu, foi sufocado pelos espinhos e também morreu.
       Uma última parte das sementes caiu numa terra boa e preparada, longe dos pedregulhos e das sarças.
       E o trigo ali semeado deu uma colheita farta. Cada grão produziu outros cem, outros sessenta ou outros trinta...

*

       O próprio Jesus explicou a Seus discípulos a Pa­rábola do Semeador.
     
 As nossas almas, filhinho, são comparáveis aos quatro terrenos da história: “o terreno do caminho”, “o solo cheio de pedras”, “a terra cheia de espinhei­ros e “o terreno lavrado e bom
Jesus é o Divino Semeador. A semente é a Sua Palavra de bondade e de sabedoria. E os diversos terrenos são os nossos corações, os nossos Espíritos, onde Ele semeia Seus ensinamentos, cheio de bon­dade para conosco.
E como procedemos para com Jesus? Como res­pondemos à Sua bondade? O modo como damos res­posta ao amor cuidadoso do Divino Mestre é que nos classifica espiritualmente, isto é, mostra que espécie de terreno existe em nossa alma. Cada coração hu­mano é uma espécie de terra, um dos quatro solos da parábola.
Vejamos, então, filhinho:
Quando alguém ouve a palavra do Evangelho e não procura compreendê-la, nem lhe dá valor, apare­cem as forças do mal (os Espíritos maldosos, desen­carnados ou encarnados) e arrebatam o que foi se­meado no seu coração, tais como os passarinhos co­meram as sementes... E sabe de que modo? Fazendo com que a alma esqueça o que ouviu, dando outros pensamentos à pessoa, fazendo com que ela se desin­teresse das coisas espirituais. E a alma fica indi­ferente aos ensinamentos divinos. O coração dessa pessoa é semelhante ao “terreno do caminho”, onde a semente não chegou a penetrar. Um exemplo desse terreno é a criança que não presta atenção às aulas de Evangelho, ficando distraida durante as explica­ções. Ou ainda, a criança que não gosta de ler os livrinhos que ensinam o caminho de Jesus...

E o segundo terreno, o pedregoso?

Esse terreno é a imagem da pessoa que recebe os ensinos de Jesus com muita alegria. São exemplos as pessoas entusiasmadas com o serviço cristão, ou as crianças animadas nas escolas de Evangelho, mas cuja animação dura pouco. Quando surgem as zom­barias, as perseguições ou os sofrimentos, a alma, que é inconstante, abandona o caminho do Evan­gelho. Um exemplo para você, filhinho: uma criança está freqüentando as aulas de Moral Cristã numa Escola Espírita. Está aprendendo os mandamentos divinos, os ensinos de Cristo, o caminho do bem, da pureza, da honestidade. Está muito contente com o que está estudando. Sente-se animada e feliz. Um dia, aparece um colega do colégio ou da vizinhança, dizendo que o “Espiritismo é obra do demônio”, que “os que freqüentam aulas de Evangelho nas escolas Espíritas ficam loucos e vão para o inferno”. E zom­ba dele sempre que o encontra e lhe põe apelidos humilhantes. O nosso amiguinho não tem ainda fir­meza de fé. Tem medo das zombarias dos colegas e dos vizinhos, que dizem que “somente sua religião éverdadeira” e lhe mandam “receber Espíritos na rua”. Amedrontado pela perseguição e pelos mote­jos, o nosso irmãozinho deixa a Escola de Evange­lho, onde estava começando a compreender a beleza do ensino de Jesus e as bênçãos do Espiritismo Cristão. Esse menino tinha o coração semelhante ao “terreno cheio de pedras”, onde a planta da verdade não pôde crescer e frutificar.
    
  O terceiro solo é a “terra cheia de espinheiros “. É o caso das pessoas que recebem a palavra do Evan­gelho, mas, depois abandonam o caminho cristão por causa das grandezas falsas do mundo e da sedu­ção das riquezas. Ouviram o Evangelho, mas se inte­ressaram mais pelos negócios, pelos lucros, pelas vaidades da vida, pelo cuidado exclusivo das coisas da terra. Há também, no mundo das crianças, exem­plos desse terreno. São as crianças que conheceram, às vezes desde pequeninas, os ensinos de Jesus, mas, depois de crescidas, preferiram os maus companhei­ros, as crianças sem Deus, e passaram a interessar­-se somente pelos problemas de dinheiro ou de mo­das, pelos ídolos do cinema ou do futebol. Não querem mais nem Jesus, nem lições de Evangelho. Só pensam em automóveis de luxo, sonham com caminhões, imaginam-se ricos “quando crescerem”... A princípio, sabiam repartir com os pobres o seu di­nheirinho, porém, agora só pensam emjuntá-lo: acari­dade morreu nos seus corações. O mundo, com suas riquezas falsas (que terminam com a morte), seduziu suas almas e sufocou a plantinha de Deus em seus espíritos. Trocaram Jesus pelos sonhos e ambições de carros de luxo, de figurinos, de roupas elegantes, de campos de esporte, de concursos de beleza, de grandezas sociais... A plantinha de Deus foi sufoca­da pelos espinhos do egoísmo e das ilusões da vida material. E morreu...
       O quarto terreno, “a terra lavrada e boa, é o símbolo do coração que escuta o Evangelho, pro­curando compreendê-lo e praticá-lo na vida. E a alma que estuda a palavra do Senhor, percebendo que está neste mundo para aprender a Verdade e o Bem. E, assim, dá frutos de bondade e eleva-se para Deus. Abandona seus vícios e maus hábitos, dedicando-se à prática das virtudes, guardando a fé no coração, socorrendo carinhosamente os necessitados e sofredores e buscando os conselhos de Deus no Evangelho de Cristo.
     
 O coração de uma criança verdadeiramente cris­tã é o bom terreno da parábola: cada semente de Jesus se transforma em trinta, sessenta ou cem bên­çãos de bondade, de fé e de auxílio ao próximo. O coração dessa criança deseja conhecer sempre mais e melhor os ensinos cristãos. E se esforça sinceramen­te para fazer a Vontade Divina: amar e perdoar, crer e ajudar, aprender e servir.
    
  Filhinho, aí está a Parábola do Semeador. Me­dite nela. Que você, guardando a humildade de cora­ção, se esforce para ser, se ainda não o é, o bom terreno, que recebe os grãos de luz do Divino Semea­dor e dá muitos frutos de sabedoria e bondade.

Livro Historias que Jesus Contou - Clovis Tavares

Amor, Imbatível Amor

domingo, 25 de setembro de 2011

Parábola do Semeador




PARÁBOLA DA SEMEADURA




Aquele que semeia, saiu a semear, - e enquanto semeava, uma parte da semente caiu ao longo do caminho, e vindo os pássaros do céu a comeram.
Uma outra caiu nos lugares pedegrosos, onde quase não havia terra, e logo nasceu porque a terra onde estava não tinha profundidade. Mas o sol tendo se erguido, em seguida, a queimou; e, como não tinha raízes, ela logo secou.
Uma outra caiu nos espinheiros, e os espinhos, vindo a crescer, a sufocaram.
Uma outra, enfim, caiu em boa terra, e deu frutos, alguns grãos rendendo cento por um, outros sessenta e outros trinta.
Que ouça aquele que tem ouvidos para ouvir. (Mateus, 13:1-9 )

Este mundo nada mais é do que um grande canteiro pronto para receber a semente e, segundo o que Jesus disse, nós somos os semeadores. É importante essa tarefa que Jesus nos confiou.
Podemos semear vários tipos de sementes:
Podemos semear a semente do amor, que é a maior de todas e pode produzir muitos frutos. Também podemos dar como receber a semente do amor que, se semeada amplamente pode produzir o bem nos nossos corações e em outras vidas.
Podemos semear a semente da cordialidade que tornam mais puros os sentimentos de amizade que sentimos uns pelos outros.
E a semente do perdão, que faz reviver velhas amizades e reunir os casais. A semente do perdão tem um alcance enorme...
E a semente da pureza e da sinceridade que dá maior alento e firmeza às amizades.
Essa deve ser por nós semeada constantemente e cada vez em maior quantidade.
Somos semeadores!! Temos que semear a semente do bem, para que o mundo seja melhor, mais saudável na produção de bons frutos.
Nos Evangelhos, Jesus disse que de fato nós somos os semeadores, mas que a palavra de Deus é como se fosse a semente, a qual deve ser semeada a tempo e fora do tempo, em todos os lugares, até os confins da terra.
É verdade que ás vezes semeamos a Palavra e ela cai à beira do caminho e não é recolhida ao interior da terra, que significa o interior do coração. Vêm os ventos e os prazeres do mundo e levam a semente embora. O que é uma pena...
Algumas sementes da Palavra são semeadas em lugares e corações endurecidos e não conseguem produzir frutos.
Há ainda aquelas sementes da Palavra que acabaram sendo semeadas em lugares onde haviam muitos espinhos, que são as atrações deste mundo, os quais acabam não deixando a boa semente produzir.
terra fértil, em corações receptivos, dispostos, que acolhem a semente, que é a Palavra ,com alegria e com sinceridade e a semente nesses terrenos, nessas vidas, produzem frutos abundantes e bons, que duram por toda a vida!
s!! Temos que semear a semente do bem, para que o mundo seja melhor, mais saudável na produção de bons frutos.
Nos Evangelhos, Jesus disse que de fato nós somos os semeadores, mas que a palavra de Deus é como se fosse a semente, a qual deve ser semeada a tempo e fora do tempo, em todos os lugares, até os confins da terra.
É verdade que ás vezes semeamos a Palavra e ela cai à beira do caminho e não é recolhida ao interior da terra, que significa o interior do coração. Vêm os ventos e os prazeres do mundo e levam a semente embora. O que é uma pena...
Algumas sementes da Palavra são semeadas em lugares e corações endurecidos e não conseguem produzir frutos.
Há ainda aquelas sementes da Palavra que acabaram sendo semeadas em lugares onde haviam muitos espinhos, que são as atrações deste mundo, os quais acabam não deixando a boa semente produzir.



Terra fértil, em corações receptivos, dispostos, que acolhem a semente, que é a Palavra ,com alegria e com sinceridade e a semente nesses terrenos, nessas vidas, produzem frutos abundantes e bons, que duram por toda a vida!