Meus Amigos

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Interessantes Reflexões Sobre Tatuagens



Print Friendly
As incisões no corpo, quaisquer que sejam, são proibidas por Deus nas Escrituras:
“Não fareis incisões na vossa carne por um morto, nem fareis figura alguma no vosso corpo. Eu sou o Senhor”.(Lv 19,28).
Mas que significa uma tatuagem?
Quando alguém veste a camisa de um time de futebol, que significa?
Significa que ele é torcedor daquele time, que ele faz parte daquela agremiação ou comunga com seus princípios.
Mas quando alguém não apenas veste uma camisa, mas marca na própria pele, significa algo muito mais profundo… significa uma adesão irrevogável, uma consagração.

Do mesmo modo que um boi é assinalado com ferro quente com a marca de seu dono, assim a pessoa que marca um símbolo na sua pele faz uma consagração àquela marca….
A marca do demônio
Geralmente as pessoas que fazem tatuagem, logo escolhem ou sugerem os símbolos: serpente, escorpião, dragão…

Leia + e tire suas conclusões!

Ambiente Doméstico


Ambiente Doméstico

BARRINHASFreqüentemente, o Espírito renasce no mesmo meio em que já viveu, estabelecendo de novo relações com as mesmas pessoas, a fim de reparar o mal que lhes haja feito. Se reconhecesse nelas os a quem odiara, quiçá o ódio lhe despertaria outra vez no íntimo. De todo modo, ele sentiria humilhado em presença daquelas a quem houvesse ofendido. Do item 11, no Cap. V, de “o Evangelho Segundo o Espiritismo”. Na comunhão de dois seres para a organização da família, prevalece o compromisso de assistência não só de um para com o outro, mas também para com os filhos que procedem do laço afetivo. Não possuímos ainda na Terra institutos destinados à preparação da paternidade e da maternidade responsáveis. A evolução e o aprimoramento das ciências psicológicas de hoje, porém, garantir-nos-ão no futuro semelhante evento. Identifiquemos no lar a escola viva da alma. O Espírito, quando retorna ao Plano Físico, vê nos pais as primeiras imagens de Deus e da Vida. Na tépida estrutura do ninho doméstico, germinam-lhe no ser os primeiros pensamentos e as primeiras esperanças. Não lhe será, contudo, tão fácil seguir adiante com os ideais da meninice, de vez que, habitualmente, a equipe familiar se aglutina segundo os desastres sentimentais das existências passadas, debitando-se-lhe aos componentes os distúrbios da afeição possessiva, a se traduzirem por ternura descontrolada e ódio manifesto ou simpatia e aversão simultâneas. Pais imaturos, do ponto de vista espiritual, comumente se infantilizam, no tempo exato do trabalho mais grave que lhes compete, no setor educativo, e, ao invés de guiarem os pequeninos com segurança para o êxito em seu novo desenvolvimento no estágio da reencarnação, embaraçam-lhes os problemas, ora tratando as crianças como se fossem adultos ou tratando os filhos adultos como se fossem crianças.
Estabelecido o desequilíbrio, irrompem os conflitos de ciúme e rebeldia, narcisismo e crueldade, que asfixiam as plantas da compreensão e da alegria na gleba caseira, transformando-a em espinheiral magnético de vibrações contraditórias, no qual os enigmas emocionais, trazidos do pretérito, adquirem feição quase insolúvel. Decorre daí a importância dos conhecimentos alusivos à reencarnação, nas bases da família, com pleno exercício da lei do amor nos recessos do lar, para que o lar não se converta, de bendita escola que é, em pouso neurótico, albergando moléstias mentais dificilmente reversíveis.
Extraído do livro Vida e Sexo, FEB
Fancisco Cândido Xavier – Ditado pelo Espírito Emmanuel.

domingo, 10 de junho de 2012

Tédio no Lar



Tédio no Lar








Uma vez que os Espíritos simpáticos são induzidos a unir-se, como é que, entre os encarnados, freqüentemente só de um lado há afeição e que o mais sincero amor se vê acolhido com indiferença e, até, com repulsão?
Como é, além disso, que a mais viva afeição de dois seres pode mudar-se em antipatia e mesmo em ódio? 
“Não compreendes então que isso constitui uma punição, se bem que passageira? 
Depois, quantos não são os que acreditam amar perdidamente, porque apenas julgam pelas aparências, e que, obrigados a viver com as pessoas amadas, não tardam a reconhecer que só experimentaram um encantamento material. 
Não basta uma pessoa estar enamorada de outra que lhe agrada e em quem supõe belas qualidades. 
Vivendo realmente com ela é que poderá apreciá-la. 
Tanto assim que, em muitas uniões, que a princípio parecem destinadas a nunca ser simpáticas, acabam os que as constituíram, depois de se haverem estudado bem e de bem se conhecerem, por votar-se, reciprocamente, duradouro e terno amor, porque assente na estima! 
Cumpre não se esqueça de que é o Espírito quem ama e não o corpo, de sorte que, dissipada a ilusão material, o Espírito vê a realidade. 
“Duas espécies há de afeição: a do corpo e a da alma, acontecendo com freqüência tomar-se uma pela outra. 
Quando pura e simpática, a afeição da alma é duradoura; efêmera a do corpo. 
Daí vem que, muitas vezes, os que julgavam amar-se com eterno amor passam a odiar-se, desde que a ilusão se desfaça.”
Seja qual seja o motivo em que o tédio se fundamente, recorram os companheiros imanizados em mútua associação no lar ao apoio recíproco mais profundo e mais intensivo. 
Com isso, estarão em justa defesa da harmonia íntima, sem castigarem o próprio corpo. 
E reeducar-se-ão, sem hostilizar os que, porventura, lhes demonstrem afeto, mas acolhendo-os, não mais na condição de cúmplices das aventuras deprimentes, a que se renderam outrora, e sim por irmãos queridos, com quem podemos fundir-nos, em espírito, no mais alto amor espiritual.

Extraído do livro Vida e Sexo, FEB
Fancisco Cândido Xavier – Ditado pelo Espírito Emmanuel


Prece de GAIA & tonho




Elevamos os nossos pensamentos ao Senhor da Vida com
humildade e respeito, sintonize o coração nas moradas do Pai celestial. Abra a
consciência e sinta a energia superior, solte-se nas ondas do amor e leve a
atenção no meio e no alto da cabeça, fortalecendo assim os nossos chacras.

Visualize num lago pequeno, um ponto de água bem cristalina
e mantenha sua atenção. Em seguida, visualize uma estrela brilhante de cinco
pontas emergindo-se da água e a estrela pairando sobre sua cabeça.

Visualize seu reflexo na água, fique assim por alguns
segundos apenas relaxando a mente nessa imagem plácida. Na seqüência, imagine
um botão de rosa branca emergindo das águas suavemente, as pétalas da flor vão
se abrindo sob a luz da estrela acima. Parece que a flor respira o brilho
estelar...E desabrocha contente no brilho.

Agora imagine que você é a flor que se abre, e que a estrela
é seu amparador. Pense na ajuda invisível que você recebe e agradeça!

Imagine o quanto você é amado pelo amigo espiritual e fique
contente.Você não está sozinho em meio às provas da carne, há uma estrela logo
acima.

Às vezes você duvida disso, mas a estrela continua ali, e no
silencio lhe beija! Ah! Quantas vezes você blasfemou e se queixou...E no
silêncio alguém lhe abraçou!

Quantas vezes você chorou, e no silêncio alguém orava por
você! E agora está aí você, uma flor desabrochando e no silêncio acima, a estrela.
E no centro da imensidão da vida, o Pai celestial ri, porque entre as estrelas
ele sabe que você é a rosa. O amparador extrafísico, a estrela, estão
aprendendo.

A interação dos dois mesmo em planos diferentes equilibra
ambos. E a vida sai ganhando, pois com vocês juntos há mais brilho no ar, você,
o amparador e a estrela são irmãos.

Portanto desabroche feliz e agradeça a estrela pela presença
sutil e amparadora. No lótus dá mil pétalas, você se abre à luz e no silêncio
acima a estrela. E muito acima por entre as estrelas no silêncio sideral o
sorriso do Pai celestial amparando hoje e sempre, o senhor esteja atrás de ti
para lhe proteger, ao teu lado para lhe acompanhar, dentro de ti para lhe
consolar, a tua frente para lhe guiar e acima de ti para lhe abençoar.

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

Amém.



Compromisso Afetivo - Namoro-Casamento


Compromisso Afetivo


O dever íntimo do homem fica entregue ao seu livre arbítrio. O aguilhão da consciência, guardião da probidade interior, o adverte e sustenta; mas, muitas vezes se mostra impotente diante dos sofismas da paixão.
 Fielmente observado, o dever do coração eleva o homem; porém, como determiná-lo com exatidão? 
Onde começa ele? 
O dever principia sempre, para cada um de vós, do ponto em que ameaçais a felicidade ou a tranqüilidade do vosso próximo; acaba no limite que não desejais ninguém transponha com relação a vossa.
 Do item 7, no Cap. XVII, de “O Evangelho Segundo o Espiritismo”
 A guerra efetivamente flagela a Humanidade, semeando terror e morticínio, entre as nações; entretanto, a afeição erradamente orientada, através do compromisso escarnecido, cobre o mundo de vítimas. 
Quem estude os conflitos do sexo, na atualidade da Terra, admitindo a civilização em decadência, tão-só examinando as absurdidades que se praticam em nome do amor, ainda não entendeu que os problemas do equilíbrio emotivo são, até agora, de todos os tempos, na vida planetária.
As Leis do Universo esperar-nos-ão pelos milênios afora, mas terminarão por se inscreverem, a caracteres de luz, em nossas próprias consciências. 
E essas Leis determinam amemos os outros qual nos amamos. Para que não sejamos mutilados psíquicos, urge não mutilar o próximo. Em matéria de afetividade, no curso dos séculos, vezes inúmeras disparamos na direção do narcisismo e, estirados na volúpia do prazer estéril, espezinhamos sentimentos alheios, impelindo criaturas estimáveis e nobres a processos de angústia e criminalidade, depois de prendê-las a nós mesmos com o vínculo de promessas brilhantes, das quais nos descartamos em movimentação imponderada. 
Toda vez que determinada pessoa convide outra à comunhão sexual ou aceita de alguém um apelo neste sentido, em bases de afinidade e confiança, estabelece-se entre ambas um circuito de forças, pelo qual a dupla se alimenta psiquicamente de energias espirituais, em regime de reciprocidade.
Quando um dos parceiros foge ao compromisso assumido, sem razão justa, lesa o outro na sustentação do equilíbrio emotivo, seja qual for o campo de circunstâncias em que esse compromisso venha a ser efetuado. 
É dada a ruptura no sistema de permuta das cargas magnéticas de manutenção, de alma para alma, o parceiro prejudicado, se não dispõe de conhecimentos superiores na auto-defensiva, entra em pânico, sem que se lhe possa prever o descontrole que, muitas vezes, raia na delinqüência. 
Tais resultados da imprudência e da invigilância repercutem no agressor, que partilhará das conseqüências desencadeadas por ele próprio, debitando-se-lhe ao caminho a sementeira partilhada de conflitos e frustrações que carreará para o futuro. 
Sabemos que a Justiça Humana comina punições para os atos de pilhagem na esfera das realidades objetivas, considerando a respeitabilidade dos interesses alheios; no entanto, os legisladores terrestres perceberão igualmente, um dia, que a Justiça Divina alcança também os contraventores da Lei do Amor e determina se lhes instale nas consciências os reflexos do saque afetivo que perpetram contra os outros. 
Daí procede a clara certeza de que não escaparemos das equações infelizes dos compromissos de ordem sentimental, injustamente menosprezados, que resgataremos em tempo hábil, parcela a parcela, pela contabilidade dos princípios de causa e efeito. 
Reencarnados que estaremos sempre, nesse sentido, até exonerar o próprio espírito das mutilações e conflitos hauridos no clima da irreflexão, aprenderemos no corpo de nossas próprias manifestações ou no ambiente da vivência pessoal, através da penalogia sem cárcere aparente, que nunca lesaremos a outrem sem lesar a nós.
Extraído do livro Vida e Sexo, FEB
Fancisco Cândido Xavier – Ditado pelo Espírito Emmanuel.

sábado, 9 de junho de 2012

Com Amor!



COM AMOR

"E, sobre tudo isto, revesti-vos de caridade, que é o vinculo da perfeição." - Paulo.
(COLOSSENSES, 3:14.)



Todo discípulo do Evangelho precisará coragem para atacar os serviços da
redenção de si mesmo.
Nenhum dispensará as armaduras da fé, a fim de marchar com desassombro sob
tempestades.
O caminho de resgate e elevação permanece cheio de espinhos.
O trabalho constituir-se-á de lutas, de sofrimentos, de sacrifícios, de suor, de
testemunhos.
Toda a preparação é necessária, no capitulo da resistência; entretanto, sobre tudo
isto é indispensável revestir-se nossa alma de caridade, que é amor sublime.
A nobreza de caráter, a confiança, a benevolência, a fé, a ciência, a penetração, os
dons e as possibilidades são fios preciosos, mas o amor é o tear divino que os
entrelaçará, tecendo a túnica da perfeição espiritual.
A disciplina e a educação, a escola e a cultura, o esforço e a obra, são flores e
frutos na árvore da vida, todavia, o amor é a raiz eterna.
Mas, como amaremos no serviço diário?
Renovemo-nos no espírito do Senhor e compreendamos os nossos semelhantes.
Auxiliemos em silêncio, entendendo a situação de cada um, temperando a bondade
com a energia, e a fraternidade com a justiça.
Ouçamos a sugestão do amor, a cada passo, na senda evolutiva.
Quem ama, compreende; e quem compreende, trabalha pelo mundo melhor.
( Da Obra Vinha de Luz
de
Francisco  Cândido Xavier
Pelo Espírito Emmanuel.)

Perdas Não, mas Transformações

















Perdi meu filho! Perdi minha filha! 
Estas são expressões lacrimosas de pais vestidos de dor, pela morte dos seus filhos. 
A lógica humana pondera que os pais devam morrer antes dos filhos. Seria a ordem natural das coisas. - Comenta-se. 
No entanto, a vida tem suas próprias diretrizes e não segue a lógica que se lhe tenta determinar. 
Cada ser tem seu tempo certo de vida. Seu momento de partir. 
Cada criatura traz, ao nascer, a programação que estabelece o quantum de anos deva transitar sobre a Terra. 
Por isso, inúmeras vezes, partem antes os filhos do que seus pais. 
Isso sem se falar das mortes que ocorrem por conta e risco da imprudência, dos desatinos, das inconsequências mundanas. 
De toda forma, o processo de separação pela morte é extremamente doloroso, na Terra. 
Acostumados à vestimenta carnal, grosseira, impedidos de ver o mundo invisível, que nos cerca, choramos a ausência dos que nos disseram o grande adeus, na aduana da morte. 
Chorando e lamentando, falamos de perda. Mas, como escreveu José Saramago: Perder? Como? Não é nosso, recordam-se? Foi apenas um empréstimo. 
Eis o ponto. Ninguém perde ninguém. Os filhos nos são confiados à guarda pela Divindade. Os pais nos são oferecidos como portos de segurança. 
Cada pessoa que nos conquista a afeição pode permanecer conosco um tempo mas, bem poderá ser convidada ao retorno, antes de nós. 
Compete-nos, portanto, estarmos preparados a fim de que não detenhamos as lutas porque alguém se foi. Não nos vistamos de crepe porque a morte arrebatou o ser amado do nosso lado. 
Sobretudo não utilizemos palavras como perda, pois que o que se verifica é a ausência da presença física. 
Os que partem prosseguem nutrindo por nós os mesmos sentimentos. 
Se nos amam, envolvem-nos com seus abraços espirituais de forma constante. De onde se encontrem, trabalhando no bem, crescendo no progresso, nos enviam suas mensagens de luz. 
Aguardam-nos, a cada noite, o desprendimento do corpo para dialogarem conosco mais intensamente. E nos abençoam as lembranças, fazendo-nos tudo recordar como um delicado sonho, ao despertar. 
Alegram-se com nossas conquistas. Fazem-se presentes em nossas festividades e nos enxugam as lágrimas, nos dias de desolação. 
Alimentam a nossa saudade com suas sutis presenças e, vez ou outra, espalham o perfume do seu amor, causando-nos doces emoções. 
Incentivam-nos nas lutas de cada dia e aguardam, paciente e amorosamente, que os anos transcorram a fim de que se processe o reencontro. 
Eles nos disseram Até logo mais, não Adeus. 
Afetos ausentes. Não perdidos, nem desaparecidos. 
Pensemos nisso e reformulemos nossos pensamentos e palavras. 

Redação do Momento Espírita. 
Em 02.04.2012. 





sexta-feira, 8 de junho de 2012

Reflexões a cerca dos Ciúmes



Ciúmes












Há muitos sentimentos que são destruidores, porém,o ciúme é terrível, 
pois ele advém do egoísmo,e dele muitos outros são gerados. 
O ciúme é um sentimento que corrói aquele que o sente, 
e destrói aqueles que são seu alvo. 
O ciúme gera a inveja, a maledicência, a intriga, 
o ódio, a desconfiança e muitas outras energias negativas. 
O ciumento, envolvido nesse sentimento, não evolui,fica estagnado, e, além disso, 
não deixa que os outros cresçam também,transformando suas vidas num verdadeiro inferno. 
Se percebermos que em algum momento de nossas vidas, 
estamos sendo invadidos por esse sentimento,devemos imediatamente extirpá-lo de nós. 
Esse tipo de sentimento nos torna doentes do corpo e da alma. 
O ciumento sofre e provoca sofrimento nos outros.Trata-se do mais puro egoísmo. 
Fomos criados igualmente, com as mesmas oportunidades de crescimento. 
Deus nosso Pai não nos criou uns melhores que os outros. 
Somos iguais, porém, com as oportunidades que nos são dadas, 
em todos os instantes cabe a nós o nosso crescimento, 
e evolução ou a estagnação, em nossos erros e defeitos. 
Não fiquemos observando o caminhar dos outros, 
pois assim corremos o risco de nos perdermos do nosso caminho. 
Cada um tem sua estrada a seguir, para o aprendizado que necessita. 
Assim, preocupemo-nos mais com as nossas atitudes, 
com os nossos pensamentos, ao invés de atrapalharmos, 
o caminho dos outros com um sentimento tão mesquinho, como o ciúme. 
Torçamos para que todos possam crescer e evoluir um dia, 
pois somos parte do todo. Precisamos uns dos outros, 
e nosso Mestre Jesus já disse que nenhuma ovelha, 
se perderá do rebanho do nosso Pai.Sigamos o exemplo do Mestre Divino, 
que se fez o menor entre todos, com sua humildade, 
e um imensurável amor pela humanidade!







Caminhos do Amor e Liberdade




Pergunta: Qual das duas, a poligamia ou a monogamia é mais conforme à lei da Natureza?

 

Resposta: A poligamia é lei humana cuja abolição marca Progresso social.

 

O casamento segundo as vistas de Deus tem que se fundar na afeição dos seres que se unem. Na poligamia, não há afeição real: há apenas sensualidade. Item n° 701, de “O livro dos Espíritos”.

 

Comenta-se a possibilidade de legalização das relações sexuais livres, como se fora justo escolher companhias para a satisfação do impulso genésico, qual se apontam iguarias ou vitaminas mais desejáveis numa hospedaria. Relações sexuais, no entanto, envolvem responsabilidade.

 

Homem ou mulher, adquirindo parceira ou parceiro para a conjunção afetiva, não conseguirá, sem dano a si mesmo, tão-somente pensar em si.

 

Referentemente ao assunto, não se trata exclusivamente da ligação em base do matrimônio legalmente constituído. Se os parceiros da união sexual possuem deveres a observar entre si, à face de preceitos humanos, voluntariamente aceitos, no plano das chamadas ligações extralegais acham-se igualmente submetidos aos princípios das Leis Divinas que regem a Natureza. Cada Espírito detém consigo o seu íntimo santuário, erguido ao amor, e Espírito algum menoscabará o “lugar sagrado” de outro Espírito, sem lesar a si mesmo.

 

Conferir pretensa legitimidade às relações sexuais irresponsáveis seria tratar “consciências” qual se fossem “coisas”, e se as próprias coisas, na condição de objetos, reclamam respeito, que se dirá do acatamento devido à consciência de cada um?

 

É óbvio que ninguém se lembrará, em são juízo, de recomendar escravidão às criaturas claramente abandonadas ou espezinhadas pelos próprios companheiros ou companheiras a que se entregaram, confiantes; isso, no entanto, não autoriza ninguém a estabelecer liberdade indiscriminada para as relações sexuais que resultariam unicamente em licença ou devassidão.

 

Instituído o ajuste afetivo entre duas pessoas, levanta-se, concomitantemente, entre elas, o impositivo do respeito à fidelidade natural, ante os compromissos abraçados, seja para a formação do lar e da família ou seja para a constituição de obras ou valores do espírito.

 

Desfeitos os votos articulados em dupla, claro que a ruptura corre à conta daquele ou daquela que a empreendeu, com o aceite compulsório das conseqüências que advenham de semelhante resolução.

 

Toda sementeira se acompanha de colheita, conforme a espécie. É razoável nos lembremos disso, porquanto o autor ou autora da defecção havida, ante os princípios de causa e efeito, é considerado violador de almas, assumindo com as vítimas a obrigação de restaurá-las, até o ponto em que as injuriou ou prejudicou, ainda mesmo quando na conceituação incompleta do mundo essas criaturas tenham sido encontradas supostamente já prejudicadas ou  injuriadas por alguém.

 

O diamante no lodo não deixa de ser diamante, sem perder o valor que lhe é próprio, diante da vida.

 

A criatura em sofrimento não deixa de ser criação de Deus, sem perder a imortalidade que lhe é própria, à frente do Universo. Que a tentação de retorno dos sistemas poligâmicos pode ocorrer habitualmente com qualquer pessoa, na Terra, é mais que natural – é justo. Em circunstâncias numerosas, o pretérito pode estar vivo nos mecanismos mais profundos de nossas inclinações e tendências. Entretanto, os deveres assumidos, no campo do amor, ante a luz do presente, devem prevalecer, acima de  quaisquer anseios inoportunos, de vez que o compromisso cria leis no coração e não se danificarão os sentimentos alheios sem resultados correspondentes na própria vida.

 

Observem-se, nos capítulos do sexo, os desígnios superiores da Infinita Sabedoria que nos orienta os destinos e, nesse sentido, urge considerar que a Vontade de Deus, na essência, é o dever em sua mais alta expressão traçado para cada um de nós, no tempo chamado “hoje”. E se o “hoje” jaz viçado de complicações e problemas, a repontarem do “ontem”, depende de nós a harmonia ou o desequilíbrio do “amanhã”.






Lesões Afetivas

Aos que se Amam!  







Um tipo de auxilio raramente lembrado: o respeito que devemos uns aos outros na vida particular.
Caro é o preço que pagamos pelas lesões afetivas que provocamos nos outros.
Nas ocorrências da Terra de hoje, quando se escreve e se fala tanto, em torno de amor livre e de sexo liberado, muitos
poucos são os companheiros encarnados que meditam nas conseqüências amargas dos votos não cumpridos.


Se habitas um corpo masculino, conforme as tarefas que te foram assinaladas, se encontraste essa ou aquela irmã que se
te afinou com o modo de ser, não lhe desarticules os sentimentos, a pretexto de amá-la, se não estás em condição de
cumprir a própria palavra, no que tange a promessas de amor.



 E se moras presentemente num corpo feminino, para o
desempenho de atividades determinadas, se surpreendeste esse ou aquele irmão que se harmonizou com as tuas
preferências, não lhe perturbes a sensibilidade sob a desculpa de desejar-lhe a proteção, caso não estejas na posição de

quem desfruta a possibilidade de honorificar os próprios compromissos.

Não comeces um romance de carinho a dois, quando não possas e nem queiras manter-lhe a continuidade.
O amor, sem dúvida, é lei da vida, mas não nos será lícito esquecer os suicídios e homicídios, os abortos e crimes na
sombra, as retaliações e as injúrias que dilapidam ou arrazam a existência das vítimas, espoliadas do afeto que lhes
nutria as forças, cujas lágrimas e aflições clamam, perante a Divina Justiça, porque ninguém no mundo pode medir a
resistência de um coração quando abandonado por outro e nem sabe a qualidade das reações que virão daqueles que
enlouquecem, na dor da afeição incompreendida, quando isso acontece por nossa causa.


Certamente que muitos desses delitos não estão catalogados nos estatutos da sociedade humana, entretanto, não passam
despercebidos nas Leis de Deus que nos exigem, quando na condição de responsáveis, o resgate justo.
Tangendo este assunto, lembramo-nos automaticamente de Jesus, perante a multidão e a mulher sofredora, quando
afirmou, peremptório: "aquele que estiver isento de culpa, atire a primeira pedra".


Todos nós, os espíritos vinculados à evolução da Terra, estamos altamente compromissados em matéria de amor e sexo,
e, em matéria de amor e sexo irresponsáveis, não podemos estranhar os estudos respeitáveis nesse sentido, porque, um
dia, todos seremos chamados a examinar semelhantes realidades, especialmente as que se relacionem conosco, que
podem efetivamente ser muito amargas, mas que devem ser ditas.

Espírito: EMMANUEL
Médium: Francisco Cândido Xavier
Livro: “Momentos de Ouro” - Edição VEM