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quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Luz e Sabedoria Espiritual


Luz e Sabedoria Espiritual
Obra de Alan Giana
Aquele que experimenta, um pouco que seja, 
dos cenários divinos que habitam sua Alma 
não mais se conforma com as recompensas superficiais 
e efêmeras do egoísmo. Ao contrário, 
lutará incessantemente para despir-se das ilusões de seu ego, 
a fim de trajar-se com o cintilante tecido do Amor 
e da Justiça universais. 
Essa metamorfose espontânea do indivíduo
— descoberta da verdadeira identidade espiritual
— é fórmula segura e duradoura 
para a almejada reforma da sociedade, 
que não virá em sua plenitude 
se o Espírito do cidadão (ou cidadã)
não for levado em alta conta. 
O Novo Céu da consciência de cada um, 
gerando a Nova Terra da harmonia 
e do respeito entre todos, na Religião, 
na Política, na Ciência, no Esporte, na Arte, na Economia,
na vida doméstica e na vida pública, 
e assim por diante, sob os auspícios da Justiça, 
dentro do Amor e da Verdade, 
é instaurar no planeta a civilização que o Divino Estadista 
aguarda de nós.
(P.Netto – É Urgente Reeducar, p. 149)

Os filhos precisam seguir a religião dos pais?



Por Neide Pinhati *
Quando optamos por uma determinada religião ou crença para a vida, naturalmente, acreditamos ser essa a melhor opção para nosso crescimento espiritual e pessoal. Tudo o que consideramos ser bom para nós (assim como o esporte favorito, a opção profissional, etc.), acreditamos ser bom também para nossos filhos e, por isso, vamos transmitindo a eles esses valores. 

A cultura e os hábitos cultivados pelos pais e outros familiares influenciam bastante nas escolhas feitas das crianças, dos adolescentes e dos jovens filhos. O papel dos pais é guiar e orientar a trajetória dos filhos, ensinar a cultivar sua religiosidade para que eles tenham condições de fazer suas escolhas. Afirma o presidente-pregador da Religião do Terceiro Milênio, José de Paiva Netto: “Não se pode eternamente impedir a manifestação daquilo que nasce com o Homem, mesmo quando ateu: o sentido de religiosidade que se expressa das mais variadas formas”¹. No futuro, como seres dotados de livre-arbítrio (Lei de Deus concedida aos Seres Humanos e Espirituais), os filhos optarão pelo que julgarem ser melhor para seu futuro, podendo ou não seguirem a tradição familiar. 

Jesus, o Educador Celeste, pelos Seus ensinamentos e exemplos, indicou-nos caminho seguro, perfeito e eficaz a seguir: a vivência dos valores espirituais que regem a vida planetária, como o Amor, o Respeito ao próximo, o Perdão, a Fraternidade, a Ética, a Verdade, o Trabalho e a Justiça. E ressaltou: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida, ninguém vem ao Pai senão por Mim” (Evangelho de Jesus, segundo João 14: 6). 

Conscientes dessa assertiva, na Religião do Novo Mandamento compreende-se que pais, mães ou responsáveis pela condução moral e espiritual dos filhos, devem apresentar-lhes Jesus, o Mestre Divino, como referencial a ser estudado e vivido, para que cresçam robustecidos nos valores eternos e cumpram sua Missão Solidária na vida. Ensinou Alziro Zarur (1914-1979), saudoso Proclamador da Religião do Amor Universal: “Deus criou o Ser Humano de tal forma que ele só pode se feliz praticando o Bem”.

Sobre religião, definiu Paiva Netto no artigo Religião não rima com intolerância: “Religião, como sublimação do sentimento, é para tornar o Ser Humano melhor, integrando-o no seu Criador, pelo exercício da Fraternidade e da Justiça entre as Suas criaturas”. Assim, a Religião do Amor Universal, em suas Igrejas Ecumênicas e no Templo da Boa Vontade contribuem para que isso aconteça, oferecendo as Aulas de Moral Ecumênica (AME). Um espaço onde as crianças aprendem e vivenciam os ensinamentos de Jesus, em Espírito e Verdade à Luz do Seu Novo Mandamento: “Amai-vos uns aos outros como Eu vos Amei. Somente assim podereis ser reconhecidos como Meus discípulos.” (Evangelho segundo João 13: 34 e 35), seguindo as diretrizes da Pedagogia do Afeto, dedicada às crianças até os 10 anos de idade, criada pelo Irmão Paiva Netto, que afirma: “A estabilidade do mundo começa no coração da criança.”² 



* Neide Pinhati, ministra-pregadora da Religião de Deus
¹ Leia mais em Diretrizes Espirituais da Religião de Deus, vol. 3, p. 62.
² É urgente reeducar, p. 17.





sábado, 11 de agosto de 2012

Adolescentes na Internet ─ Como orientar e prevenir riscos- 1° Parte



O mundo passa por transformações constantes e, nas últimas décadas, essa metamorfose ocorre aceleradamente, deixando muitas pessoas atônitas, enfrentando dificuldades para acompanhar a velocidade dos fatos. E não apenas as mudanças profissionais, sociais e tecnológicas requerem de nós capacidade de adaptação, mas também conviver, entender e orientar as novas gerações que nascem num mundo ultra-veloz e cada vez mais digital, sobre o qual os jovens têm muito mais proximidade, se comparados aos seus pais. Até mesmo as crianças, com pouca idade já apresentam assustadora familiaridade com a tecnologia e as chamadas "realidades virtuais", os espaços de interação existentes na internet.

Dentre tantas portas abertas para o relacionamento e a exposição oferecidos pela grande rede, que a cada dia apresenta novas possibilidades de acesso às pessoas, às informações e ao entretenimento, como discernir o que é desejável e útil daquilo que oferece riscos? Os jovens, salvo raras exceções, demonstram conhecer os caminhos das estradas que a internet apresenta, mas será que sabem a que destino todas elas podem levar? Ou os perigos que alguns desses caminhos apresentam? A web é um importante meio de comunicação, mas não se pode esquecer que ela é utilizada por pessoas, nem todas são honestas, dignas de confiança ou estão sempre bem-intencionadas. E aí é que mora o perigo. O Irmão Paiva Netto, presidente-pregador da Religião de Deus, em seu artigo "Pedofilia na Internet, uma pandemia", nos traz um importante alerta: "É preocupante a denúncia feita pelo secretário-geral da União Internacional de Telecomunicações (órgão ligado à Organização das Nações Unidas), Hamadoun Touré, de que, todos os anos, uma em cada cinco crianças que acessam a internet é alvo de pedófilos".

Por Émerson Damásio
Émerson Damásio
Foto de leonardo Cegana

Origem deste artigo:Clique Aqui

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Como vencer a acomodação e não empurrar a vida com a barriga?


Você já se viu numa situação em que demorou tanto para fazer algo, que acabou sem saída? Isso geralmente acontece quando "empurramos as coisas com a barriga" (ou procrastinamos, como ensina o dicionário).

Infelizmente, nós, seres humanos, muitas vezes caímos na acomodação, nos agarramos ao que nos parece ser mais confortável, especialmente quando a situação é difícil de mudar, falar ou fazer. Mas aí é que mora o perigo: quanto mais demoramos para resolver um problema, mais a situação piora, e, quando percebemos, as consequências já são quase impossíveis de se reverterem. E assim, muitas vezes, chega o desânimo, a falta de coragem, e outros sentimentos que nos paralisam diante das situações. O fato é que nem sempre é apenas "uma coisa ou outra" que deixamos pra lá, pra ser resolvido mais tarde. Por vezes repetimos essa atitude a vida inteira. É triste, não é mesmo? Sim, isso pode acontecer. Por isso é preciso começar agora mesmo a rever nossas atitudes e podemos iniciar resolvendo o que temos à mão: um trabalho que deixamos para depois, uma mudança de comportamento, uma conversa com a família, um conselho decisivo, um relacionamento incerto que precisa de um rumo, um simples pedido de desculpas, o perdão, e assim por diante.

Então, mesmo quando as coisas pareçam não ter mais jeito é importante nos lembrarmos: graças a Deus, não é assim. Jesus nos oferece reiteradas oportunidades no Bem e ainda a resposta para que possamos vencer a acomodação e reagir a toda e qualquer dificuldade que surgir em nosso caminho. A lição do Divino Mestre, encontramos em Sua Carta à Igreja em Éfeso (Apocalipse, segundo João, 2:2): "Conheço as tuas obras, e assim o teu labor como a tua perseverança, e que não podes suportar homens maus, e que puseste à prova os que a si mesmos se declaram apóstolos e não são, e os achaste mentirosos";

O Divino Mestre nos impulsiona à mudança. Sabe de nossa capacidade de melhora, mas alerta quanto ao nosso comportamento, sabendo que o mundo nos oferece muitas adversidades. E no versículo 3º nos oferece a chave que nos motiva a enfrentar todos os obstáculos: "e tens perseverança, e suportaste provas por causa do meu nome, e não te deixaste esmorecer."

Perseverança. No Bem! Esse é o lema que nos leva a entender que diante dos sofrimentos (que por vezes nós mesmos causamos), somos capazes de superar o erro e mudar o comportamento que tanto nos impede o progresso na vida.



E aí, a gente pergunta: está bem, mas como fazer isso sozinho? Bom, a resposta é simples: não precisa ser sozinho! Por isso o Divino Mestre nos ensinou a orar, a fazermos a nossa prece nos momentos de dificuldade e a contarmos com Ele para resolvermos qualquer situação (claro que fazendo sempre a nossa parte para melhorar). Jesus não nos abandona em nossas lutas. Nele encontramos a coragem para seguir nossa jornada confiando em Deus, mas trabalhando para que as transformações aconteçam em nossas vidas. Essa é a Fé Realizante, ensinada a nós pela Religião de Deus: fé unida à prática de boas obras. Ou seja, a nossa Boa Vontade em melhorar a situação, em trabalhar para que as coisas se resolvam e os erros não se repitam, sempre com Fé no Cristo de Deus, sabendo que, com Ele, tudo podemos realizar. O Apocalipse de Jesus ainda nos ensina, no capítulo 14, versículo 12: "Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus". Guardar os mandamentos de Deus é consiste em colocar em prática o que o Supremo Governante do Planeta Terra, o Cristo, ensinou-nos e, assim, ser exemplo para que os que estão à nossa volta façam o mesmo.

Ensina o escritor Paiva Netto: "Reagir ao desânimo gera boa disposição!". E é verdade! Pois quando tomamos essa postura em nossas vidas, já temos garantida a vitória, porque vamos nos empenhar para a transformação espiritual, íntima e, consequentemente, social, que desejamos encontrar. Em seu artigo "Não jogar a toalha", o presidente-pregador da Religião de Deus nos traz essa empolgante consideração, para que não esmoreçamos ao longo da vida: "(...) o nosso dever é não desistir. Não jogar a toalha. Aí, os fatos realmente mudam, e o milagre, que de um clique se deseja, realiza-se: o do trabalho, alimentado pela fé". Fica o oportuno recado para impulsionar nossa atitude. Vamos lá?!

ATITUDE NO BEM E FORÇA PARA A ALMA
Participe das Reuniões Públicas da Religião Divina e fortaleça sua alma para os desafios diários, buscando no Divino Mestre a inspiração para trilhar sempre o caminho certo. 


quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Como as Profecias interferem em nossas vidas


Por>Paula Isabele31/07/2012


Muito se tem falado sobre as Profecias e de sua ligação com o Fim dos Tempos. 
Alguns dizem que o mundo, como o conhecemos, está com os dias contados. 
Afinal, as Profecias interferem em nosso cotidiano? 
Os Seres Humanos estão fadados a passar pelos momentos de sofrimento descritos no Apocalipse e pelas transições descritas nas Profecias Maias, por exemplo? 
É possível a Humanidade agir de maneira a encontrar caminhos mais felizes?

Acompanhamos, diariamente, notícias que demonstram quanto nossos atos podem desequilibrar a vida no Planeta Terra. 
São enchentes, deslizamentos de terra, mudanças climáticas, crises econômicas, atos de violência, etc. 
Muitas vezes nos esquecemos de que, ao interferir no equilíbrio e no desenvolvimento da natureza, causamos transformações trágicas em nossas vidas e no progresso material e espiritual de todos.



A respeito do assunto, o presidente-pregador da Religião de Deus, José de Paiva Netto, nos traz importante reflexão: "São as folhas de papel nas quais estão impressas as profecias bíblicas que provocam essas catástrofes, ou nossa estupidez militante e ganância sem termo? 
Pare um pouco para pensar, cesse de falar mal das Profecias Finais, porque as visões de João, Evangelista e Profeta, não acionam esses fatos, apenas os anunciam. 
Ora, só amigo adverte amigo". Mais adiante, prossegue o autor: "Vivemos, há séculos, tentando fazer sucumbir a Mãe Terra, tirando-lhe pouco a pouco a vida. 
Apenas não nos podemos esquecer de que tal atitude nos atingirá frontalmente. Humanamente também somos Natureza" (Livro Jesus, o Profeta Divino, p. 180).

Desde seus primórdios, a Religião de Deus destaca que o Pai Celestial conhece o que se passa no íntimo de cada um e, que, por intermédio de Seu Filho Unigênito, Jesus, advertiu os Seres Humanos das tribulações que o mundo iria sofrer, sendo essas, reflexos dos atos ainda não integrados nas Leis de Amor que regem o Universo. 
Portanto, o Livro das Profecias Finais, o Apocalipse (palavra grega que significa revelação), não apenas alerta quanto às consequências das ações humanas quando afastadas de sua essência espiritual Divina. 
Traz, ainda, uma grande mensagem de Esperança: a Volta Triunfal de Jesus ao planeta, quando o Provedor Celeste dará "a cada um segundo as suas próprias obras" (Apocalipse, 22:12).

Foto: Shutterstock
Entretanto, o fato de as Profecias de Jesus, em seu livro da Revelação, não serem condenações, nem terem teor irrevogável e arbitrário, não significa que elas não sejam graves advertências aos seres da Terra, que sustentam há milênios hábitos e posturas autodestrutivas, insustentáveis. Sobre o assunto, esclarecendo inclusive sobre a ansiedade dos povos (ao longo de toda a História e também no mundo contemporâneo) sobre a possibilidade de se concretizar o fim do mundo noticiado antecipadamente em diversas Profecias, esclarece o líder da Religião de Deus: "Fins parciais ocorreram várias vezes"¹. 
E fundamenta historicamente sua afirmação ao escrever: "Por exemplo: Roma não era a rainha da Terra conhecida naquele tempo? Dea Roma, a imortal!... O império se desfez, primeiro no Ocidente com a queda de Rômulo Augústulo, em 476, e depois no Oriente, quando Maomé II conquistou Constantinopla, em 1453." E ainda: 'O Egito não era um colosso? 
A derrocada da antiga civilização egípcia corresponde também a uma dessas fases conclusivas da História, que estamos comentando. 
Onde está? Acabou-se... 
E o reino da Assíria?
 E o de Babilônia? 
E os impérios francês, português, espanhol, inglês — onde ‘o sol nunca se punha’, tão extensas eram as áreas dominadas por eles? 
Foram ciclos de evolução superados".

Foto: ShutterstockAssim sendo, podemos dizer que as profecias afetam diretamente as nossas vidas. 
Porém, essa intervenção pode ser feliz ou não, dependendo de nossas atitudes, que se refletirão no nosso dia a dia e também no de nossos semelhantes. 
Se tivermos uma vida sustentável, estruturada em valores solidários e espiritualmente sadios, sobreviveremos às transformações econômicas, sociais e culturais. 
Contudo, se nos deixarmos levar por valores que degradam a sagrada criatura humana e a nossa morada coletiva, a Terra, estaremos nos condenando ao mesmo triste fim de todas as civilizações que se colocam nesse roteiro predatório, o da desvalorização do ser humano e de seu Espírito eterno. 

É importante ressaltar também que, nesse contexto, a Profecia passa a ser encarada como um recado de esperança, pela superação das maldades e faltas humanas, um "anúncio de que, mais dia menos dia, todas as barreiras cairão. 
E o mundo, ao final de tudo, confraternizará: ‘um novo Céu, uma nova Terra’", conforme esclarece Paiva Netto no livro As Profecias sem Mistério, p. 83. 
Para concluir, esta advertência contida na Bíblia Sagrada, sobre o fim dos tempos: "Sobre aquele dia, e aquela hora, ninguém sabe, nem os anjos do céu, nem mesmo o Filho, mas somente o Pai. 
É necessário, porém, que primeiro o evangelho do reino seja pregado em todo o mundo, em testemunho a todos os povos. 
E então virá o fim" (Evangelho segundo Mateus 24:14, 36; Marcos 13: 10,32). 


quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Como se Fortalecer Espiritualmente?




Diante dos desafios da vida, nós, seres humanos e espirituais, não precisamos nos entregar à dor e, muito menos ao desânimo. Nos ensinamentos de Jesus, o Divino Amigo da Humanidade, encontramos as soluções para todos os dramas pelos quais passamos. Individual ou coletivamente, não há alguém que não viva ou tenha superado um momento de dor neste planeta. Sejam desafios espirituais, físicos, de ordem moral ou mesmo sentimental.

O Celeste Pedagogo, ao nos ensinar a Parábola do juiz iníquo, nos aconselha a Orar sem esmorecer (Evangelho segundo Lucas, 18: 1 a 8). E o que pode nos dar a coragem de seguir em frente, mesmo diante das procelas da vida, senão as Lições Eternas do Pedagogo Celeste? Ele nos ensinou a orar, fazer prece, rezar, meditar, enfim, seja qual for a nossa maneira de denominar esse ato de integração em Deus, o Cristo nos ensinou a falar com o Pai Celestial, a nos aproximar de nosso Criador.

Jesus é o nosso modelo e referência, o exemplo maior para nossas vidas, e Ele mesmo demonstrou o poder da oração, quando ao pé do monte das Oliveiras, no Getsêmani, ao sentir as lutas que viriam— entre elas Sua prisão e crucificação — recorreu ao Pai Celestial em oração, não como uma atitude contemplativa ou simbólica, mas justamente por reconhecer o valor da prece como fonte de esclarecimento e força, para compreender e vencer os embates da vida . Essa passagem revela que o Cristo orou e permaneceu em vigilância por toda a noite (conforme narrativa do Evangelho segundo Marcos, 14: 32 a 42). E, após o diálogo com o Pai Celestial, esse ato que transforma para o Bem, Jesus estava pronto para o grande testemunho que haveria de oferecer por Amor a todos nós, Humanidade.

Leia o artigo do escritor Paiva Netto "Ateu também pode orar" e compreenda porque Orar é uma atitude que requer coragem.

Assim, também nós, nos momentos de embates e dramas pessoais ou coletivos, devemos recorrer a Deus em oração. Ela tem o poder de renovar nossos sentimentos, nossas vidas.

Sobre a força da Oração, o escritor Paiva Netto, no livro Paiva Netto em Pauta, escreve, nas páginas 161 e 162: "Nas horas de dificuldade, quando parece que não há saídas para certas questões, recorro à oração e ganho forças para o trabalho. E não me tenho arrependido, ao seguir o lema do venerável São Bento (480 – 547): ‘Ora et labora’".

Foto: Gustavo OliveiraNo centro da Nave do TBV, peregrina recebe as energias positivas do Cristal Sagrado.A Religião de Deus, a Religião do Novo Mandamento de Jesus, seguindo os exemplos do Cristo, tem como ensinamento esta equação eficaz a ser aplicada na vida de todos nós: a Oração e o trabalho. Esses dois ingredientes constituem a chave para a vitória em qualquer momento da vida. Orar, pedindo o auxílio Divino e dedicar-se ao Bem, ao amparo dos que sofrem, reconhecendo neles nossos Irmãos e observando quantas vezes enfrentam dores maiores que as nossas.

Com a alma devidamente fortalecida nos ensinamentos eternos do Libertador Divino, estaremos prontos para servir, praticando boas ações em prol de nossos semelhantes. Eis aí o caminho da superação dos desafios que batem à nossa porta todos os dias. Assim, se permitirmos que a nossa Alma esteja iluminada pelas palavras amigas do Cristo Ecumênico, alcançaremos a vitória de que nos fala o Líder da Boa Vontade de Deus, o Irmão Paiva Netto, no livro Reflexões da Alma, p. 216: "O maior bem que o Criador Supremo pode proporcionar à criatura é a Paz interior, que coisa alguma neste mundo consegue substituir. Quem tem Paz tem força, porque carrega o Divino Poder em seu coração".


sexta-feira, 3 de agosto de 2012

A sua profissão é privilégio e aprendizado.


Em Torno da Profissão /
 Pelo Espírito André Luiz/Francisco Cândido Xavier. Livro "Sinal Verde".


A sua profissão é privilégio e aprendizado.

Se você puser amor naquilo que faz, para fazer os outros felizes, a sua profissão, em qualquer parte, será sempre um rio de bençãos.
...



O seu cliente, em qualquer situação, é semelhante a árvore que produz, em seu favor, respondendo sempre na pauta do tratamento que recebe.

Toda tarefa corretamente exercida é degrau de promoção.

Em tudo aquilo que você faça, na atividade que o Senhor lhe haja concedido, você está colocando o seu retrato espiritual.

Se você busca melhorar-se, melhorando o seu trabalho, guarde a certeza de que o trabalho lhe dará vida melhor.

O essencial em seu êxito não é tanto aquilo que você distribui e sim a maneira pela qual você se decide servir.

Ninguém procura ninguém para adquirir condenação ou azedume.

Sempre que alguém se queixe de alguém, está criando empeços na própria estrada para o sucesso.

Toda pessoa que serve além do dever, encontrou o caminho para a verdadeira felicidade.


Espírito André Luiz






quinta-feira, 19 de julho de 2012

Caridade Verdadeira



Se já possuis o desejo de reforma íntima, poderás observar quanta sabedoria oculta que ignoraste durante séculos a fio, sem que lhe anotasses a existência.Natural que a mesma, desperte em ti, o desejo de transmiti-la aos outros, para o beneficio dos mesmos.Tua alegria, traduz expressão máxima de boa vontade para com os outros, até o extremo de acreditar-te superior em qualidades e dádivas divinas...

É natural que assim procedas, perante o acúmulo de ignorância em ti, em face da Sabedoria Divina que procede de igual forma para com todos seus filhos, uma vez desejem acordar para a verdade e para a luz.Mas quem poderá garantir-te que, a pessoa que desejas auxiliar, não será um irmão que, pela sua disciplina, renúncia e submissão ao Pai, possa transmitir-te o auxílio de que te crês portador?

Pensa nas milhares de criaturas humanas que te compartilham a experiência no plano físico, com o desejo de elevação espiritual!Quantos deles já atravessaram quadros dolorosos que os obrigaram a despertar para a reforma íntima, e hoje desfrutam do valor da mesma, sem que tu o saibas, em silencio, sem fazer alardes das bênçãos que recebem constantemente da Misericórdia do Pai! Quantos!

Pensa neles e, toda vez que te disponhas a auxiliar ao teu semelhante, faze-o com humildade a fim de que, não venhas a renegar da própria Sabedoria Divina, acreditando-te superior ou privilegiado dos Céus.

Teu próximo guarda ao igual que tu, a centelha viva do Eterno Amor do Pai, e é da luz, que todos nós, deveremos ir ao seu encontro sem distinção de raças ou credos, para crer-nos na sua glória.

Regozija-te dos bens que te felicitam; mas regozija-te com o bem dos outros, porque o bem dos outros somado ao teu, quer dizer, "amor de Deus sobre todas as criaturas humanas."

26.03.70 Bezerra de Menezes


Caridade Verdadeira -II


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visão da Religião Divina que aponta um entendimento ainda maior da definição de Caridade, pois se es
tende para além do ato, do momento, oferece o amparo que o outro precisa. Ela, a Caridade, imprime nessa doação, um sentido maior de responsabilidade, pois o objetivo está em erguer definitivamente a criatura carente, ao ponto de que aquele que antes fora o necessitado se torne apto a ajudar os outros. E todos temos algo a oferecer: "Pois quem não tiver dinheiro/ Há de ter o equivalente:/ Um sorriso prazenteiro/ Ao visitar um doente;/ (...)E muitas coisinhas mais/ Que exigem Boa Vontade,/ E que os Legionários leais/ Fazem pela Humanidade" (Poema da Fraternidade Real, de autoria de Alziro Zarur).

Eis aí, o significado da Caridade Completa, a mais eficiente política a ser implementada –— fato sempre destacado pelo Presidente-Pregador da Religião de Deus, 
"Política devia chamar-se Caridade"6 —, que é capaz de minimizar e até mesmo sanar os mais diversos problemas sociais a partir do conceito de Democracia autêntica, que é enfim participativa sem a necessidade do ingresso dos indivíduos na vida pública, pois no entender da Dialética da Boa Vontade ela é "o regime da responsabilidade, do respeito sincero à razão, à inspiração e aos direitos dos Povos", postura que deve partir dos governos e de seus cidadãos.

É preciso alcançar a definição de Caridade que possa compreendê-la no centro das relações humanas: 
"A caridade não é um sentimento de tolos. É a misericordiosa estratégia de Deus que, aliada à Justiça Divina (que não é violência que homens inescrupulosos têm como tal), estabelece nos corações a condição perfeita para que se governe, administre, empresarie, trabalhe, pregue, exerça a Ciência, elabore a Filosofia e se viva, com espírito de generosidade, a Religião"8. Esse pensamento define bem o conceito de Caridade que é a força motriz capaz de revolucionar, pois eleva a nossa perspectiva para enxergar nela uma virtude inerente ao nosso caráter. Portanto, a Caridade, também deve ser manifesta, pois é traço genético espiritual da Humanidade.
           

O próprio Cristo quem nos revelou esta verdade de nossa origem, por intermédio do Evangelista João, que em sua primeira epístola, no capítulo 4º, versículo 8º, registra: "Deus é Amor". E fomos nós criados à imagem e semelhança de Deus, revela-se aí a nossa origem em Caridade.

Não pode haver desenvolvimento, progresso e globalização sem esse entendimento, ou jamais seremos capazes de perceber as nossa reais necessidades, e qualquer formulação moral e ética não pode esquecer-se disso.

A partir dessa perspectiva preconizada pela Religião de Deus, por intermédio de seu presidente-pregador, percebemos que o motivo de a Humanidade viver em conjunto é a Caridade, pois é ela, inclusive, o elemento que dá sentido à nossa vida, e não mais, como muitas vezes tida como simples associação se dá pelo medo, passividade, ou mesmo por autopreservação, conforme constatações antigas do campo filosófico, sociológico e político, em que se destacam os contratualistas: Hobbes, Locke e Rousseau — esses pensadores criaram teses a respeito de qual seria a natureza humana e a origem do pacto social.

Ao vermos o nascer da criança neste mundo em suas primeiras manifestações de carinho pela mãe, como se reconhe
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cesse a confiança amiga na presença amorosa, ou até mesmo os mais comuns laços afetivos criados no cotidiano da convivência, podemos perceber a manifestação dessa nossa essência. Portanto, as famílias, sendo o modelo primário das comunidades, deve ser o núcleo protetor desse sentimento."As famílias são abençoadas por Deus, porque constituem o esteio da saúde, do progresso e da Paz, sempre pronto aos apelos dos sentimentos do Criador"10, conforme afirma o Irmão Bezerra de Menezes (Espírito).

Sendo assim, o lar não pode ser ambiente de discórdia, desunião, ou violência. É no seio familiar que o indivíduo deve sentir-se protegido para confiar e compartilhar suas dúvidas, felicidades e dores, para que, seguro e amparado possa, no seu convívio diário com outras pessoas, manifestar o respeito, solidariedade, portanto Caridade. Ademais, aquele dia ruim pode ter origem numa discussão no lar, ou mesmo na incompreensão do ser amado, etc. Sobre isso, Paiva Netto nos chama a atenção para o fato de que 
"quando Você se levanta, bota o pé no chão... e fala com a sua mulher, com o filho, com seu pai, com sua mãe, com um parente, ou uma pessoa amiga que está na sua casa, o que está fazendo senão Política?", portanto estamos ajudando a construir o destino da Humanidade, e sentencia: "Política é a simples arte de viver bem".

O desafio é nosso, ao ponto de que a vitória também. Todos devemos nos esforçar nessa luta. Que possamos nos apresentar para essa batalha, e lutarmos corajosamente para que este planeta seja digno da herança que o Pai Celestial nos legou: o Amor.

Aplica-se a essa reavaliação nos rumos de nosso destino a advertência do Educador Celeste à Igreja em Éfeso: 
"Lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te, e volta à prática das primeiras obras" (Apocalipse, 2:5).".

Este e outros artigos do autor José de Paiva Netto, podem ser conferidos na íntegra, no >Portal Boa Vontade


domingo, 8 de julho de 2012

Congresso de Educação da LBV





Reitor da USP palestra em evento de Educação da LBV
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  • No palco, autoridades, convidados e palestrantes saúdam o público presente, dando início ao 11º Congresso Internacional de Educação da LBV.
Com o tem "Avaliação: uma visão além do intelecto". A Legião da Boa Vontade apresentou seu 11 Congresso de Educação. 
Vale a pena conferir 


São Paulo, SP — Nesta quarta-feira, 27, a Legião da Boa Vontade (LBV) deu início ao 11º Congresso Internacional de Educação, com o tema "Avaliação: uma visão além do intelecto". O evento conta com a presença de especialistas de renome à frente de palestras, além de programação variada, que incluirá 14 oficinas temáticas.

Compreendendo que avaliar vai além da aferição da qualidade do resultado, e que esse processo tem se transformado ao longo das décadas, a LBV contribui para esse debate reunindo professores, estudantes, pesquisadores e profissionais da área de educação para troca de ideias e experiências.

O evento teve início com uma oração ecumênica, como é tradição nas ações realizadas pela LBV. Após, os participantes foram saudados pelo Legionário Alziro Paolotti de Paiva, que cumprimentou os educadores, representando o diretor-presidente da LBV. "Em seus 56 anos de trabalho na LBV, Paiva Netto, que foi eminente aluno do tradicional Colégio Pedro II no Rio de Janeiro, sempre atuou de forma a garantir uma educação de qualidade às crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos, na construção de um país igualitário e desenvolvido, não apenas no intelecto, mas também no sentimento, a partir do lema criado por ele, exposto na entrada do Instituto de Educação que leva seu nome: ‘Aqui se estuda. Formam-se Cérebro e Coração’", afirmou Alziro em suas palavras iniciais.



  • Foto: Vivian R. Ferreira
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  • Legionário Alziro Paolotti de Paiva
"Este congresso de educadores, em sua 11ª edição, mostra que o sucesso na construção de um país e de um mundo mais justo e igualitário depende de todos nós, a sustentabilidade — tão discutida nos últimos anos — começa com um povo cada vez mais educado e ecumênico", completou o representante do dirigente da LBV.

A cerimônia de abertura também contou com as belas apresentações culturais do Coral e Grupo de Instrumentistas Infantojuvenis Boa Vontade, formado por alunos da LBV. Os jovens, atendidos pela Instituição, apresentaram o Hino Nacional Brasileiro, músicas do repertório Legionário e a composição Ode à alegria, trecho do quarto movimento da nona sinfonia de Beethoven, com adaptação do professor Nilton Duarte, da LBV.

Compartilhando com o ideal transmitido pela LBV, por meio do Congresso de Educação, que é promover uma "visão além do intelecto", o sociólogo Pedro Demo, professor emérito da Universidade de Brasília (UNB), registrou, em vídeo, uma mensagem aos congressistas, ressaltando a relevância do debate promovido. 

"O tema do congresso é muito importante: Avaliação para além do intelecto. Isso é uma perspectiva da LBV que eu acho muito interessante. (…) O que é uma avaliação dentro da escola? Uma avaliação que vai além do intelecto, no sentido que não seja só dominar conteúdo, (…) mas que tenha espírito crítico; que tenha capacidade de colaboração; visão alternativa, que sabe se interessar pela realidade do país, que é muito difícil de captar empiricamente e estatisticamente. Então a avaliação empurra muito para coisas quantitativas porque são mais fáceis de manipular, mas não queremos só isso, nós queremos o lado qualitativo", comentou o sociólogo.

Na oportunidade, ele também comentou sobre um pensamento por ele já proferido em outra oportunidade: "A LBV faz uma oferta de qualidade para o pobre. Ela não faz para o pobre uma oferta pobre". Sobre isso, o sociólogo reitera: "A LBV sempre cuidou disso, (…) não quer dar ao pobre uma acomodação, uma coisinha de segunda categoria; quer dar ao pobre a chance toda de que ele precisa".

  • Foto: Vivian R. Ferreira
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  • Pedagoga Suelí Periotto
Após, todos foram saudados pela pedagoga Suelí Periotto, supervisora da linha educacional da LBV, criada pelo educador Paiva Netto, que aplica em suas unidades socioeducacionais aPedagogia do Afeto (para crianças de até 10 anos) e a Pedagogia do Cidadão Ecumênico (a partir dos 11 anos). O diferencial dessa proposta está em preparar o educando para vivenciar a Cidadania Ecumênica, que privilegia valores éticos, ecumênicos e espirituais, somados a um conteúdo pedagógico de qualidade. Ou seja, educa "cérebro e coração", na definição do criador da linha educacional da Instituição.

Essa proposta pedagógica foi destacada pela presidente da Instituição Assistencial Meimei, de São Bernardo do Campo, SP, Miltes Aparecida Soares de Carvalho Bonna: "Nós estamos fazendo uma descoberta de um mundo novo através da proposta da LBV. Parabéns a toda equipe. A nossa luta é muito grande porque infelizmente a escola laica proposta não atinge a realidade da criança brasileira, o amor faz a diferença e a busca de uma Espiritualidade Ecumênica norteando o sistema educativo é o sonho que nós desejamos realizar um dia, e que vocês da LBV, já estão conquistando. Eu tenho certeza que cada professor, cada educador que aqui chegar, voltará levando o mundo de esperança para a renovação do sistema de ensino".

REITOR DA USP PALESTRA AOS CONGRESSISTASO professor dr. João Grandino Rodas, reitor da Universidade de São Paulo (USP), dirigiu suas palavras na solenidade de abertura: "Conheço o trabalho educacional da LBV de perto há alguns anos, embora conheça o trabalho de maneira mais geral, há mais tempo. (…) Fiquei surpreso em ver uma educação de qualidade como aquela que vem sendo dada pela LBV", proferiu Rodas, ao cumprimentar os congressistas.

  • Foto: Vivian R. Ferreira
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  • Professor Dr. João Grandino Rodas, reitor da Universidade de São Paulo (USP), abre o ciclo de palestras do evento. Em seu pronunciamento, enalteceu a importância do educador e do educando consolidando o papel importante da educação de qualidade para uma sociedade mais justa e igualitária.
Sobre o trabalho da Legião da Boa Vontade, ele ainda destaca: "A LBV se expande, e esse Congresso é o exemplo. Ele congrega pessoas de dentro e de fora da LBV, brasileiras e não brasileiras, portanto pessoas que vêm trazer visões distintas". Para o professor, o congresso "também é importante porque já está na 11ª realização, isso é muito raro, principalmente em se tratando em iniciativa privada, porque é necessário que ultrapasse puro e simplesmente o afã de uma pessoa; uma pessoa dura um certo tempo, mas uma entidade, como a LBV e como outras, podem durar eternamente. (…) Aquele ideário iniciado por Zarur continuou e foi absolutamente engradecido por Paiva Netto e será certamente continuado por muitos de vocês aqui. Então a importância da continuidade, do exemplo".

O diferencial na educação, proposto pela Legião da Boa Vontade, que visa formar "Cérebro e Coração", portanto levar a Espiritualidade Ecumênica aos conteúdos pedagógicos, também foi enaltecido pelo reitor da USP: "O que a gente vê na LBV é a questão da vida interior da pessoa, a vida interior é importantíssima, e se nós não tivermos essa vida interior construída através dos templos, claro que com as crenças que cada um tenha, nós nos desmontaremos na primeira problemática. E existe para todos nós, e isso é importante passar também para os alunos".

Relembrando sua própria vivência acadêmica, na oportunidade, o reitor valorizou a educação em suas séries iniciais, enfatizando que é esse momento que promove o despertar do aluno para o aprendizado. "Não estou aqui como reitor da Universidade de São Paulo, mas como aquela pessoa que fez o curso de Pedagogia na Universidade de São Paulo, durante dez anos deu aula na Faculdade de Educação, e também pode ser professor no Ensino Fundamental e Médio. (…) Hoje olhando assim o passado eu diria [que] a educação que nos dá a maior satisfação é a educação nos seus níveis iniciais, não que os demais níveis não sejam importantes, não é isso, mas em nenhum, como no Ensino Fundamental e mesmo Médio, nós notamos o aluno e a aluna desabrochar para a sabedoria."

Ao finalizar seu discurso, o prof. Dr. João Grandino apresentou palavras de incentivo aos docentes: "Não desanimem, continuem, melhorem e certamente a sociedade brasileira, mais cedo ou mais tarde, esperamos que seja mais cedo, vai reconhecer o trabalho de todos os senhores".

PROGRAMAÇÃO
Até o dia 29 de junho, palestrarão os professores José Pacheco, fundador da Escola da Ponte de Portugal; Marco Antonio Ferraz, especialista em Pedagogia na área de Administração Escolar; Sérgio Behnken, membro da Associação Brasileira de Psicologia Organizacional e do Trabalho (SBPOT); a psicóloga Eliana Maria Ormelezi, da Associação Brasileira de Assistência ao Deficiente Visual (Laramara); a psicopedagoga Quézia Bombonatto, presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia; e a pedagoga Maria Suelí Periotto, supervisora da linha educacional da LBV.

ServiçoEvento: 11º Congresso Internacional de Educação da LBV.
Datas: 27 (das 18 às 22 horas), 28 e 29 de junho (das 9 às 17h30).
Local: Instituto de Educação José de Paiva Netto.
Endereço: Av. Rudge, 700, Bom Retiro — São Paulo, SP.

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