Meus Amigos
sábado, 14 de fevereiro de 2015
terça-feira, 10 de fevereiro de 2015
Nas Fronteiras da Loucura? Carnaval
NAS
FRONTEIRAS DA LOUCURA ? CARNAVAL
ATRÁS DE UM TRIO ELÉTRICO, TAMBÉM VAI QUEM JÁ MORREU !
Nas explicações de Emmanuel, o Espiritismo nos esclarece que estamos o tempo todo em companhia de uma inumerável legião de seres invisíveis, recebendo deles boas e más influências a depender da faixa de sintonia em que nos encontremos.
Essa massa de espíritos cresce sobremaneira nos dias de realização de festas pagãs, como é o Carnaval.
Nessas ocasiões, como grande parte das pessoas se dá aos exageros de toda sorte, as influências nefastas se intensificam e muitos dos encarnados se deixam dominar por espíritos maléficos, ocasionando os tristes casos de violência criminosa, como os homicídios e suicídios.
Além dos desvarios sexuais que levam à paternidade e maternidade irresponsáveis.
Atrás do trio elétrico só não vai quem já morreu... não quero saber se o diabo nasceu foi na bai, foi na Bahia...
Se antes de compor sua famosa canção o filho de Dona Canô tivesse conhecido o livro “Nas Fronteiras da Loucura”, ditado ao médium Divaldo Pereira Franco pelo Espírito Manoel Philomeno de Miranda, talvez fizesse uma letra diferente e, sensível como o poeta que é,
Cuidaria de exortar os foliões “pipoca” e aqueles que engrossam os blocos a cada ano contra os excessos de toda ordem.
Mas como o tempo é o senhor de todo entendimento, hoje Caetano é um dos muitos artistas que pregam a paz no Carnaval, denunciando, do alto do trio elétrico, as manifestações de violência que consegue flagrar na multidão.
No livro citado, Manoel Philomeno, que quando encarnado desempenhou atividades médicas e espiritistas em Salvador, relata episódios protagonizados pelo venerando Espírito Bezerra de Menezes, na condução de equipes socorristas junto a encarnados em desequilíbrios.
Philomeno registra, dentre outros pontos de relevante interesse, o encontro com um certo sambista desencarnado, o qual não é difícil identificar como Noel Rosa, o poeta do bairro boêmio de Vila Isabel, no Rio de Janeiro, muito a propósito, integrava uma dessas equipes socorristas encarregadas de prestar atendimento espiritual durante os dias de Carnaval.
Interessado em colher informações para a aprendizagem própria (e nossa também!), Philomeno inquiriu Noel sobre como este conciliava sua anterior condição de “sambista vinculado às ações do Carnaval com a atual, longe do bulício festivo, em trabalhos de socorro ao próximo”.
Com tranquilidade, o autor de “Camisa listrada” respondeu que em suas canções traduzia as dores e aspirações do povo, relatando os dramas, angústias e tragédias amorosas do submundo carioca, mas compreendeu seu fracasso ao desencarnar, despertando “sob maior soma de amarguras, com fortes vinculações aos ambientes sórdidos, pelos quais transitara em largas aflições”.
No entanto, a obra musical de Noel Rosa cativara tantos corações que os bons sentimentos despertados nas pessoas atuaram em seu favor no plano espiritual:
“Embora eu não fosse um herói, nem mesmo um homem que se desincumbira corretamente do dever, minha memória gerou simpatias e a mensagem das músicas provocou amizades, graças a cujo recurso fui alcançado pela Misericórdia Divina, que me recambiou para outros sítios de tratamento e renovação, onde despertei para realidades novas”.
Como acontece com todo espírito calceta que por fim se rende aos imperativos das sábias leis, Noel conseguiu, pois, descobrir:
“Que é sempre tempo de recomeçar e de agir”...
E assim ele iniciou a composição de novos sambas:
“Ao compasso do bem, com as melodias da esperança e os ritmos da paz, numa Vila de amor infinito...”.
Entre os anos 60 e 70, Noel Rosa integrava a plêiade de espíritos que ditaram ao médium, jornalista e escritor espírita Jorge Rizzini a série de composições que resultou em dois discos e apresentações em festivais de músicas mediúnicas em São Paulo.
O entendimento do Poeta da Vila quanto às ebulições momescas, é claro, também mudou:
“O Carnaval para mim, é passado de dor e a caridade hoje, é-me festa de todo, dia, qual primavera que surge após inverno demorado, sombrio”.
A carne nada vale:
"O Carnaval, conforme os conceitos de Bezerra de Menezes, é festa que ainda guarda vestígios da barbárie e do primitivismo que ainda reina entre os encarnados, marcado pelas paixões do prazer violento".
Como nosso imperativo maior é a Lei de Evolução, um dia tudo isso, todas essas manifestações ruidosas que marcam nosso estágio de inferioridade desaparecerão da Terra.
Em seu lugar, então, predominarão:
A alegria pura...
A jovialidade,
A satisfação,
0 júbilo real.
... Com o homem despertando para a beleza e a arte, sem agressão nem promiscuidade.
A folia em que pontifica o Rei Momo já foi um dia a comemoração dos povos guerreiros, festejando vitórias; foi reverência coletiva ao deus Dionísio, na Grécia clássica, quando a festa se chamava bacanalia:
"Na velha Roma dos césares, fortemente marcada pelo aspecto pagão, chamou-se saturnalia e nessas ocasiões se imolava uma vítima humana".
Na Idade Média, entretanto, é que a festividade adquiriu o conceito que hoje apresenta:
▬ O de uma vez por ano é lícito enlouquecer, em homenagem:
Das orgias,
Dos desvarios,
Dos excessos, em suma,
Aos falsos deuses do vinho.
Bezerra cita os estudiosos do comportamento e da psique da atualidade:
“Sinceramente convencidos da necessidade de descarregarem-se as tensões e recalques nesses dias em que a carne nada vale, cuja primeira silaba de cada palavra compõe o verbete carnaval”.
Assim, em cinco ou mais dias de verdadeira loucura, as pessoas desavisadas, se entregam ao descompromisso, exagerando nas atitudes, ao compasso de sons febris e vapores alucinantes.
Está no materialismo, que vê o corpo, a matéria, como inicio e fim em si mesmo, a causa de tal desregramento.
Esse comportamento afeta inclusive aqueles que se dizem religiosos, mas não têm, em verdade, a necessária compreensão da vida espiritual, deixando-se também enlouquecer uma vez por ano.
Processo de loucura e obsessão:
"As pessoas que se animam para a festa carnavalesca e fazem preparativos organizando fantasias e demais apetrechos para o que consideram um simples e sadio aproveitamento das alegrias e dos prazeres da vida, não imaginam que, muitas vezes, estão sendo inspiradas por entidades vinculadas às sombras".
Tais espíritos, como informa Manoel Philomeno, buscam vitimas em potencial:
“Para alijá-las do equilíbrio, dando inicio a processos nefandos de obsessões demoradas”.
Isso acontece tanto com aqueles que se afinizam com os seres perturbadores, adotando comportamento vicioso, quanto com criaturas cujas atitudes as identificam como pessoas respeitáveis, embora sujeitas às tentações que os prazeres mundanos representam, por também acreditarem que seja lícito enlouquecer uma vez por ano.
Esse processo sutil de aliciamento esclarece o autor espiritual, dá-se durante o sono, quando os encarnados, desprendidos parcialmente do corpo físico, fazem incursões às regiões de baixo teor vibratório, próprias das entidades vinculadas às tramas de desespero e loucura.
Os homens que assim procedem não o fazem simplesmente atendendo aos apelos magnéticos que atrai os espíritos desequilibrados e desses seres...
Mas porque a eles se ligam pelo pensamento:
“Em razão das preferências que acolhem e dos prazeres que se facultam no mundo íntimo”.
Ou seja, as tendências de cada um, e a correspondente impotência ou apatia em vencê-las, são o imã que atrai os espíritos desequilibrados e fomentadores do desequilíbrio, o qual, em suma, não existiria se os homens se mantivessem no firme propósito de educar as paixões instintivas que os animalizam.
Há dois mil anos. Tal situação não difere muito dos episódios de possessão demoníaca aos quais o Mestre Jesus era chamado a atender, promovendo as curas “milagrosas” de que se ocupam os evangelhos.
Atualmente, temos, graças ao Espiritismo, a explicação das causas e consequências desses fatos, desde que Allan Kardec fora convocado à tarefa de codificar a Doutrina dos Espíritos.
Conforme configurado na primeira obra da Codificação – O Livro dos Espíritos, estamos, na Terra, quase que sob a direção das entidades invisíveis.
Pergunta o Codificador
“Os espíritos influem sobre nossos pensamentos e ações?”.
a influência é maior do que credes porque, frequentemente, são eles que vos dirigem”.
Pode parecer assustador, ainda mais que se se tem os espíritos ainda inferiorizados à conta de demônios.
Mas, do mesmo modo como somos facilmente dominados pelos maus espíritos, quando, como já dito, sintonizamos na mesma frequência de pensamento...
... Também obtemos, pelo mesmo processo, o concurso dos bons, aqueles que agem a nosso favor em nome de Jesus.
Basta, para tanto, estarmos predispostos a suas orientações, atentos ao aviso de “orar e vigiar” que o Cristo nos deu há dois mil anos, através do cultivo de atitudes salutares, como a prece e a praticada caridade desinteressada.
Esta última é a característica de espíritos como Bezerra de Menezes, que em sua última encarnação fora alcunhado de:
“O médico dos pobres”.
E hoje é reverenciado no meio espírita como:
“O apóstolo da caridade no Brasil”.
Fonte:
Revista Visão Espírita
Revista Visão Espírita
sábado, 6 de dezembro de 2014
Visão dos Glorificados
Música: José Nilton Tonin
Letra: Mário Augusto Brandão (Inspirada no Apocalipse de Jesus, 7:9 a 17)
Interpretação: Angela Araujo e Jesiel Júnior
Letra: Mário Augusto Brandão (Inspirada no Apocalipse de Jesus, 7:9 a 17)
Interpretação: Angela Araujo e Jesiel Júnior
segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
Afagando os corações
Mãe Santíssima
Compositor: Música/letra: Nilton Duarte
Mãe Santíssima,
Tu és a Paz de Deus.
Traze o Teu Amor,
Abençoa os filhos Teus.
Bênção, Mãe!
Mãe, ó Mãe,
Tu és o Amor de Jesus.
Vem, Senhora!
Cubra-nos com Tua Luz.
Bênção, Mãe!
A... a... a... a... a... Ave,
A... a... a... a... a... Ave,
A... a... a... a... a... Ave, Maria!
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
A Saga de Gunnar Vingren e Daniel Berg
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| DANIEL BERG E GUNNAR VINGREN |
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| Daniel Berg e Familía |
Em 19 de novembro de 1910 chegavam à Belém do Pará, procedentes de Chicago (EUA), os missionários Daniel Berg e Gunnar Vingren. Ambos batistas, porém, batizados com o Espírito Santo, no grande avivamento pentecostal derramado no início deste século nos Estados Unidos.
Vingren era candidato ao campo missionário de sua denominação na China, mas, após o batismo com Espírito Santo, sentiu não ser vontade de Deus. Buscando conhecê-la melhor, Deus revelou a ele e ao seu companheiro Daniel Berg, através de uma profecia na casa do irmão Adolfo Uldim, que os queria no Pará.
Nessa profecia, o Senhor informou que seria um povo de costumes diferentes, comidas simples, mas que, entretanto, havia uma grande obra para realizar no meio deste povo - glória a Deus. Após a oração, já que ninguém sabia onde era o "PARÁ", foram a uma livraria e consultando um atlas viram que Pará era um Estado do Norte do Brasil e BeIém, sua capital.
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| Gunnar Virgren e Familía |
Daí, em lances decisivos e até impossíveis para os homens, o Senhor providenciou os meios para que chegassem até aqui. Quando desembarcaram em Belém, numa tarde ensolarada, ninguém os estava esperando, não eram enviados por nenhuma missão.
Eram encomendados pelo Espírito Santo. Caminharam pela então avenida 15 de Agosto, hoje Presidente Vargas, até a praça da República e ali sentaram em um dos seus primeiros bancos aguardando orientação divina.
Não
custou Adriano Nobre, que era crente presbiteriano e que falava inglês (foi o
primeiro professor de Gunnar e Daniel), o qual os encaminhou até a Igreja Batista,
situada na rua João Balbi, 406 (hoje demolida), onde ficaram hospedados no
porão do prédio, por algum tempo. Era o primeiro contacto com a terra para a
qual tinham sido enviados. Nada tinha faltado até aquele momento.
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| Gunnar Vingren na expedição do jornal " MENSAGEIRO DA PAZ" |
quarta-feira, 12 de novembro de 2014
Constelação Familiar? O que será isso?
O QUE É
É uma nova
abordagem terapêutica, um processo de cura experiencial que envolve a resolução
de problemas que enfrentamos no nosso dia-a-dia.
A Constelação Familiar é uma
intervenção importante para quem deseja trabalhar suas relações amorosas, luto,
história familiar de morte precoce, abortos, crimes, suicídio, adoção,
comportamento destrutivo, doenças, destinos e acontecimentos pesados e
dolorosos.
Constelar é
trazer uma imagem que se forma através dos representantes e a partir dessa
imagem poderemos identificar quais enredamentos ocorrem no sistema familiar da
pessoa e verificar os passos necessários para o processo de reconciliação.
A Constelação
Familiar é uma técnica de trabalho onde a pessoa a ser constelada coloca uma
questão pessoal e os demais participantes atuam como representantes dos
familiares ou demais pessoas presentes na constelação. A energia atua nestes
representantes e com o auxílio do facilitador e através da energia do amor
atinge um nível de harmonia caminhando para a solução do problema.
I - ORDENS DO
AMOR
1ª Ordem - Os
pais dão e os filhos tomam.
2ª Ordem -
Aquele que recebe, honra a dádiva recebida e a pessoa de quem recebeu.
3ª Ordem -
Hierarquia. Como o dar e tomar, ela se desenvolve de cima para baixo, de acordo
com a ordem do tempo. Os pais têm precedência sobre os filhos e o primeiro
filho sobre o segundo e etc.
"Os
filhos não somente têm a seus pais, eles são os seus pais."
# Quando os
filhos infringem as ordens acima, eles se punem com o fracasso, sem tomarem
consciência da culpa e da conexão. #
# Há uma lei
básica no grupo familiar que reconhece a todos o direito de pertencimento.
Quando se exclui algum antepassado, alguém mais novo (descendente) no sentido
da compensação, identifica-se com o mais velho, inconscientemente. #
# ORDENS DO
AMOR: Este amor é sábio. Compensa de forma curativa e, através de boas ações,
põe fim aos acontecimentos ruins. #
# Quando um
membro do grupo familiar for excluído ou esquecido, a completude pode ser
restabelecida na medida em que os excluídos são reconhecidos e respeitados. #
II - ORDENS
DO AMOR (entre o homem e a mulher em relação à totalidade que nos sustenta)
1a. Ordem -
Que o homem queira a mulher como mulher e a mulher queira o homem como homem.
2a. Ordem -
Ambos estejam orientados em função de um terceiro, e que sua masculinidade e
feminilidade só se completam num filho.
#
DIFERENCIAÇÃO ENTRE AS CONSCIÊNCIAS #
1ª
Consciência Pessoal:
a)
Experienciamos como boa ou má. Quando pensamos, sentimos e fazemos algo que não
está em sintonia com as expectativas e as exigências das pessoas e grupos aos
quais queremos pertencer e frequentemente precisamos pertencer. A boa é o
inverso.
b) Bom e mau.
A diferenciação do bom e do mau serve, portanto, à sobrevivência dentro do
próprio grupo.
2ª
Consciência Coletiva:
Efeitos mais
fortes que a Consciência Pessoal. É inconsciente para nós. É a família e o
grupo. Está a serviço do grupo como um todo, mesmo que para alguns haja que
sejam sacrificados.
a)Completude:
1a. Ordem - Todos têm o mesmo direito de pertencer. Se alguém foi excluído, não
importam os motivos, um outro membro precisa representar a pessoa excluída.
b) O
Instinto: É um instinto grupal que quer salvar e restabelecer a totalidade. Por
isso é cega em seus meios.
c) O
pertencimento para além da morte. Ninguém é separado de sua família através da
morte. Esta consciência também traz de volta os membros mortos para a família,
se foram excluídos. Vivos e mortos = família.
d) Quem
pertence? Filhos, pais, tios, avós, tios avós, às vezes, bisavós. Também filhos
ilegítimos, abortados, natimortos...
e) Só o amor
libera: Esta consciência coletiva está a serviço do amor.
3a.
Consciência Espiritual:
Os movimentos
do espírito são iguais a todos da família. Esse amor não conhece fronteiras.
# LIVRO LANÇADO PELA TERAPEUTA ELOYANA SILVEIRA, EM 2005:
" FAMÍLIA- O RESGATE DE SI MESMO". #
Este livro traz a mensagem de que é possível viver uma vida
com maior alegria e paz. Enfoca também a riqueza do encontro consigo mesmo
através do despertar do valor da família. Nele é focalizado como é possível
alcançar a harmonia através das Constelações Familiares.
# A TEORIA DOS CAMPOS MÓRFICOS #
O Campo Mórfico é um padrão que se estende no espaço e no
tempo, da mesma maneira que o campo gravitacional do sistema solar não fica
somente dentro do sol e dos planetas, mas contém todos eles e coordena seus
movimentos. Os Campos Mórficos dos grupos sociais colaboram para a coordenação
dos movimentos e atividades dos seres humanos em multidões, times de futebol ou
grupos familiares.Os campos sociais ligam entre si todos os membros do grupo e
permitem que entre eles se estabeleçam formas de comunicação superiores às dos
sentidos comuns.
EXEMPLOS DE CAMPOS MÓRFICOS
1 - Campos Mentais (ver coisas à distância e agir à
distância): O Campo Mórfico é um novo tipo de campo que vem se somar aos campos
gravitacional, elétrico, magnético e quântico já reconhecidos pela física.
2 - Campos Comportamentais: Organizam o comportamento dos
animais, moldando as atividades das células nervosas dentro de seus cérebros.
3 - Campos Sociais: Interligam os membros dos grupos sociais
e ajudam a coordenar as atividades deles de tal modo que a sociedade aja como
um único organismo.
4 - Campos Morfogenéticos: Ligados ao desenvolvimento dos
animais e plantas, que moldam as formas que estes seres vão assumindo enquanto
crescem.
# Todos os Campos Mórficos têm certas propriedades em comum
e todos contém uma memória intrínseca fornecida por um processo denominado
ressonância mórfica. #
CONSTELAÇÕES FAMILIARES
As Constelações Familiares abarcam movimentos que tomam a
direção fenomenológica, isto é, nós nos detemos, durante o nosso esforço em
abarcar o desconhecido, e dirigimos o olhar, não mais para um determinado
objeto palpável, mas sim para um todo. É quando nos deixamos levar diante de um
problema, uma tarefa ou gravura, podemos notar como o nosso olhar fica, ao
mesmo tempo, pleno e vazio. Em nosso movimento exploratório nós nos detemos e
nos retraímos um pouco, até que atinjamos aquele vazio que pode resistir à
plenitude e à diversidade. Esse movimento primeiramente se detém e depois se
retrai. Ele nos oferece os conhecimentos diferentes daqueles obtidos pelo
movimento do conhecimento exploratório. Contudo, ambos se completam.
A VISÃO SISTÊMICA
Os sistemas aos quais pertecemos são movidos tanto por
fatores explícitos como por relações inconscientes. Com uma visão sistêmica, o
facilitador ou terapeuta de Constelações Familiares, trabalha uma imagem
interna, que é espelhada em cenas, com a ajuda de representantes. Este processo
amplia visões surpreendentes e orienta novas soluções, ancoradas na aceitação
da realidade e no respeito mútuo. Baseado no pensamento sistêmico este método
fenomenológico foi criado por Bert Hellinger e recebeu contribuições importantes
de Gunthard Weber, Mathias Varga Kibeb, Insa Sparrer e diversos outros
estudiosos. Onde as Ordens do Amor são aplicadas, cessa a responsabilidade por
injustiças cometidas no grupo familiar. O sucesso acontece quando os mais novos
aceitam o que receberam dos mais velhos, apesar de seu preço e os honram (2a.
Lei do Amor), independentemente do que fizeram, e quando o passado, bom ou mau,
já é passado. Então os excluídos recuperam seus lugares e em vez de nos
atemorizarem, abençoam-nos. Quando damos o lugar que merecem em nossa alma,
ficamos em paz com eles. E de posse de todos os que nos pertencem, sentimo-nos
inteiros e plenos.
E mais: >
domingo, 9 de novembro de 2014
Prefeitura de Ribeirão inicia castração em cães e gatos em julho
26/06/14 - 15h22
Prefeitura de Ribeirão inicia castração em cães e gatos em julho
| http://onganimaisasa.blogspot.com.br/2011/06/cachorra-e-resgatada-e-da-luz-15.html#.VF_tOzTF9qU |
A prefeitura de Ribeirão Preto inicia em julho, durante 14 meses, castração e identificação de cães e gatos. O projeto “Identificação e Controle da População de Cães e Gatos”, contará com recursos no valor de R$500 mil e contrapartida da Prefeitura de R$48 mil.Fonte: Ribeirão Preto Online
Zootecnista e chefe do Bosque/Zoo Fábio Barreto, Alexandre Gouvêa, a questão do controle da população de cães e gatos tornou-se um problema de saúde pública. “O sacrifício de animais, em todo o Estado de São Paulo, foi proibido pela Lei estadual nº. 12.916, de 16 de abril de 2008, portanto a solução é a castração do maior número possível de animais e sua identificação, para que os responsáveis pelos animais cadastrados sejam cobrados se houver maus tratos”, explicou.
De acordo com Gouvêa, a castração, além de coibir crias indesejadas, também diminui a probabilidade de doenças. “Tumor de mama, tumor de próstata, piometra (tumor nos ovários de cadelas) e doenças infectocontagiosas. A identificação possibilita a devolução dos animais perdidos diminuindo o risco de transmissão de zoonoses”, finalizou.
Durante os procedimentos de cadastramento, o munícipe deverá receber orientações básicas de posse responsável, bem estar e cuidados com animais, por folders ou cartilhas impressas.
Prefeitura de Ribeirão inicia castração em cães e gatos em julho
O sexto sentido funcionando como ferramenta transformadora das energias psico emocionais.
"A INTEGRAÇÃO DO ALINHAMENTO ENERGÉTICO (Fogo Sagrado) COM AS OUTRAS TERAPIAS
"Nestes quase
dez anos em que venho, primeiro com Monica Oliveira e depois com Gabriela
Carvalho, formando terapeutas de Alinhamento Energético no Brasil e na Europa,
muitos profissionais ligados a saúde de uma forma geral - tais como médicos,
psicólogos, massoterapeutas e acupunturistas, fisioterapeutas, instrutores de
Yoga, consteladores, reikianos, astrólogos e tarólogos, e terapeutas em geral -
foram nossos alunos e foram formados e certificados por nós.
Acredito que
a maneira como o Aloysio formatou este trabalho (e depois como Monica o
aprimorou) - com abertura, flexibilidade, ecumenismo, ecletismo e universalismo
– tornou possível a que esta técnica terapêutica pudesse ser integrada com
qualquer outro instrumento de cura, na medida em que Alinhamento Energético é
essencialmente a captação sensitiva (e o posterior encaminhamento para
transmutação) de conteúdos psico-emocionais em desequilíbrio (corpos
energéticos) e a volta destes conteúdos curados (o corpo em Luz) com a senha.
E para isso
não se depende de rituais nem determinadas condições externas e nem de
doutrinas específicas, não é necessariamente preciso nem falar, e na verdade,
nem é absolutamente fundamental que o cliente esteja presente para o trabalho
funcionar com eficiência.
E também não é
preciso que alguém deixe de lado seu caminho, abandone sua religião, sua
ideologia, filosofia ou sua linha terapêutica para aprender a ser terapeuta ou
para ser cliente de Alinhamento Energético.
E o feed back
que recebemos dos terapeutas formados foi (e é) sempre no sentido da
potencialização, do upgrade que seus trabalhos tiveram após o aprendizado do
Alinhamento Energético.
Exatamente da
mesma forma como aconteceu com nosso trabalho, como por exemplo, durante uma
sessão de Renascimento quando vamos silenciosamente encaminhando os corpos
energéticos que vão literalmente se descolando do cliente através da respiração
terapêutica. Isto otimiza muito o trabalho de limpeza e reequilíbrio promovido
pela respiração.
Ou ainda
quando estamos em um atendimento de Alinhamento Energetico e as vezes aparece
uma questão familiar complexa, muitas vezes nós damos um stop, pegamos a
mesinha e os bonecos, montamos uma constelação, fazemos o que tem que ser feito
e depois retomamos com as canalizações.
Já aconteceu algumas
vezes do cliente mostrar a gravação da sua consulta para seu psicoterapeuta e
este ligar para marcar uma consulta interessado em conhecer melhor o trabalho.
Ou às vezes o
psicoterapeuta recomenda ao seu ciente fazer Alinhamento Energético.
E ainda
outras vezes acontece também do psicoterapeuta vir junto com o cliente no seu
atendimento e ficar tomando notas sentado em um canto.
Já ouvi mais
de uma vez este comentário de psicoterapeuta de cliente presente no
atendimento, ao final da sessão: “hoje avançamos muito na terapia”.
Realmente é
impressionante o efeito “levantador de lebres” do Alinhamento Energético - como
é também, aliás, as Constelações Sistêmicas – além do profundo efeito
transmutador e reequilibrador.
E das coisas
que realmente mais me chamaram a atenção na terapia do Alinhamento Energético
após a minha inserção nele - que foi primeiramente como cliente - eu poderia
destacar:
A capacidade
que o sexto sentido tem de acessar a dimensão inconsciente do psiquismo através
da canalização, a capacidade que a canalização tem, através do sexto sentido,
de literalmente desinstalar as memórias e registros (corpos energéticos)
dolorosos e auto limitadores, o processo de encaminhamento destes conteúdos à
dimensão auto reguladora e a atuação da Egrégora (Guardiões, Seres de Luz) no
processo, a volta dos conteúdos curados para serem “reinstalados” no sistema do
cliente (Corpo em Luz), e a função e o efeito da senha.
Confesso que
no inicio da minha história nesse trabalho a maioria dos quesitos que citei
acima me pareciam um tanto fantásticos demais prá funcionarem como me diziam
que funcionavam.
E aí meus
amigos, posso dizer que eu só estou até hoje (e cada vez mais) nessa jornada
porque funcionou (e funciona) muito comigo. E hoje, quase dez anos como
terapeuta sensitivo trabalhando muito, no mínimo tenho uma boa amostragem e uma
boa estatística no meu acervo de experiências e vivências.
Me lembro
muito de vários clientes médiuns espíritas - do Kardecismo e da Umbanda – no
final da consulta comentarem : “lembra daquilo que você falou na explicação no
início da sessão, que quando os meus conteúdos estivessem sendo expressos
através do canalizador, eles estavam sendo removidos do meu psiquismo? Eu os
senti saindo!“ Ouvimos isso diversas vezes.
E por falar
em médiuns de Umbanda, foi maravilhoso poder há alguns anos atrás, compartilhar
este trabalho com os membros de uma casa de Umbanda no Rio de Janeiro, e
ensinar aos médiuns, muitos deles muito experientes, a canalizarem corpos
energéticos. Hoje, esta casa de Umbanda além do tradicional trabalho de
atendimento com cura e desobcessão, também oferece atendimentos com Alinhamento
Energético porque sabem que se não se tratarem as causas, os efeitos
(principalmente doenças e obcessores) voltam.
Fico
especialmente gratificado quando consigo despertar os médiuns espíritas e
umbandistas para o fato de que o sexto sentido também pode funcionar como
terapia, como ferramenta transmutadora das energias psico emocionais em
desequilibrio, que são, na maior parte das vezes, o que determina a qualidade
da nossa saúde, a qualidade da nossa vida afetiva e profissional e se temos ou
não obcessores.
A
“tecnologia” que eu citei no parágrafo grifado lá em cima, que foi percebida
pelo Aloysio junto aos pajés e reformatada por ele - com suporte e direção da
Egrégora - para ser realizada sem rituais em consultório na cidade, é a espinha
dorsal, o “espírito da coisa” deste trabalho, e até onde posso perceber, é
também de alguma forma, a de todos os trabalhos que estão nesta mesma vertente
sistêmica/holística/sensitiva (como Constelações Sistêmicas, Resgate de Alma,
Psicotranse, Tetha Healing, Frequencias de Brilho, EMF, Apometria e outras
tantas terapias quânticas que vem em sua maioria - direta ou indiretamente - do
Xamanismo e/ou são canalizadas dos povos das estrelas).
Um outro
indicativo que nos forneceu um interessante feed-back sobre a integração do
Alinhamento com outras terapias, foi quando começamos a receber como alunos no
curso de formação (no Rio e em São Paulo) algumas terapeutas consteladoras. E
no final do curso ouvimos de quase todas : “Nossa, depois do Alinhamento minha
constelação nunca mais foi a mesma. Parece que turbinou!”
Pois é,
parece que quando perguntavam ao Bert Hellinger - o terapeuta alemão criador
das Constelações Familiares - como aquele trabalho dele funcionava, ele
respondia que não sabia, não queria saber (e não reconhecia nenhuma tentativa
de explicação) e só lhe interessava o fato de que funcionava.
Talvez pela
sua condição de ex-padre tivesse sido difícil para ele entrar em certos campos
complicados para os cristãos – como reencarnação, mediunidade, outras
dimensões, etc. Então ele incorporou no seu trabalho de psicoterapeuta a
“tecnologia” zulu (xamanismo do bom!!!) que ele aprendeu quando foi missionário
na Äfrica, e não quis entrar nos intestinos da coisa.
Mas pode ser
que agora, como ele recentemente se ligou a um índio mexicano – Tatacachora –
que diz ser o D. Juan dos livros do Carlos Castaneda, pode ser que talvez ele
queira agora explorar os bastidores do seu trabalho.
Quando você
trabalha consciente de que sua terapia é sensitiva, de que você é apenas um
canal e que está tendo proteção, suporte e direcionamento de uma Egrégora (que
é quem de fato faz o trabalho), de uma equipe na outra dimensão – como ocorre
com todos os trabalhos espirituais, religiosos, terapêuticos, artísticos,
educacionais, médicos, científicos, etc. – o trânsito e o fluxo da energia e
das transmutações e curas parece ficar bem mais otimizado e bem mais
aprofundado.
Quando falo
em Egrégora, falo de inteligências universais, de níveis de consciências
expandidas e elevadas que trabalham na hierarquia cósmica no sentido de nos
ajudar a abrir acesso a estas mesmas freqüências de equilíbrio, luz e perfeição
que existem dentro de todos nós. São os facilitadores da consciência da
Unidade. E não vejo porque isso tenha que ser visto necessariamente de uma
forma religiosa, mística ou esotérica, embora não tenha, claro, nada contra.
Muitos
facilitadores de Constelações não gostam (e frequentemente não deixam) que o
representante fale muito durante uma Constelação, porque em geral tem receio de
que o que está sendo expresso seja um produto da mente do representante e não
uma fala do representado.
O que o
facilitador talvez não saiba (talvez porque Hellinger não tenha feito questão
de saber) é que neste momento, nesta situação tão especial, profunda e
multidimensional que é uma Constelação, o que está acontecendo é que, na grande
maioria das vezes, o representante está canalizando um conteúdo psicoemocional
do seu representado (ou de algum ancestral do representado) justamente para que
esta expressão verbal canalizada possa desinstalar com mais eficiência o
material em questão e encaminhá-lo para a Ordem do Amor para transmutação e
reequilíbrio.
E isso é uma
das coisas que mais impressionou as nossas alunas consteladoras cariocas e
paulistas.
Agora, ao
invés de reprimir a expressão verbal do representante, a facilitadora – que
agora sabe que o representante está canalizando (ou no mínimo, tem mais
subsídios para perceber se é canalização ou é criação da mente do
representante) - faz a dirigência e encaminha o(s) corpo(s) energético(s).
Aliás, vamos
falar aqui também do ato de encaminhar. Outra “tecnologia” impressionante !
O código que
o Aloysio estabeleceu na matriz do seu trabalho e ensinou - de estalar os dedos
e falar (ou pensar) “eu te encaminho ao Ministério de Cristo” - abre uma
incrível “banda larga” de acesso as outras dimensões (“rompe dimensão“ como ele
gostava de dizer) para otimizar a transmutação da energia.
E é
impressionante como os representantes, ao serem dirigidos quando canalizam um
corpo energético durante uma Constelação, sentem a mudança da freqüência quando
se acopla um Guardião no campo ou quando se mostra uma tela mental, e
finalmente depois quando se encaminha.
E quando você
pode no final, trazer Corpos em Luz e senha na Constelação também é
maravilhoso!
Não poderia
deixar também de citar aqui o quanto foi importante para mim ter visto o filme
“Quem somos nós?” especialmente a parte daquele neuro fisiologista que dá uma
aula de como o cérebro estrutura suas redes neurais (o hardware) com seus
hormônios e neurotransmissores, para “rodar” os “sofwares emocionais” que vamos
instalando ao longo da vida, em função de como vamos vivendo as experiências e
exercícios evolutivos que são (co)atraídos por nós.
Acredito que
o Aloysio teria adorado ver como a ciência já explica neurofisiologicamente o
que acontece com o cérebro no processo da transmutação de energia
psicoemocional através da via da canalização com o uso da ferramenta do sexto
sentido.
Quando o
canalizador está expressando mediunicamente os conteúdos psicoemocionais do
cliente, estes conteúdos são desinstalados do seu sistema psíquico e seu
cérebro começa o processo de desconstrução do hardware que dava suporte ao
velho software que foi removido pela canalização.
Quando o
canalizador dá passagem ao Corpo em Luz com a senha e isto é reincorporado
(reinstalado) ao cliente, o cérebro dele começa a construir um novo hardware
para rodar o novo software que está sendo instalado.
Como cérebro
não é computador que você desliga da tomada, troca o chip queimado, liga na
tomada, dá boot e usa, os neurônios precisam de um tempo biológico para
desconstruir e reconstruir as sinapses neuronais.
Dependendo do
que foi tratado em um atendimento, o trauma pode ter raízes profundas que
forjaram um poderoso hardware que pode ficar, mesmo sem a presença do velho
software, gerando ainda alguma memória residual durante algum tempo, o que pode
fazer com que o cliente - especialmente nestes tempos tão acelerados e tão
automatizados - reconstrua o que foi limpo e reequilibrado no atendimento.
Por isso a
senha é tão importante no processo. A senha tira a mente (e as emoções) da
freqüência do que está se desconstruindo, colocando-a na freqüência do que está
se (re)enraizando no cérebro e no complexo psíquico."
Por:>ERNANI
FORNARI




